Caiado vota em Goiás, fala em ‘corrigir rumos’ do país e evita antecipar apoio no 2º turno
Candidato do PSD à Presidência votou em Nova Crixás, onde também esteve nas eleições de 1989, quando disputou o Palácio do Planalto pela primeira vez
2026|Paulo Henrique Santos, da RECORD
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O candidato do PSD à Presidência da República, Ronaldo Caiado, votou neste domingo (4) no Colégio Estadual Zizi Perillo, em Nova Crixás, no norte de Goiás.
Ao lado da mulher, Gracinha Caiado (União Brasil), candidata ao Senado por Goiás, do vice em sua chapa, Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD, e do governador Daniel Vilela (MDB), candidato à reeleição, o presidenciável afirmou ter cumprido os compromissos assumidos durante a campanha e defendeu a necessidade de mudanças no país.
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Caiado tem propriedade rural no município e escolheu o mesmo local de votação em que esteve nas eleições presidenciais de 1989, quando também concorreu ao Palácio do Planalto.
Após votar, o candidato destacou as propostas apresentadas ao longo da campanha, com ênfase na segurança pública, na economia e na recuperação da confiança da população.
“Dever cumprido. Pode ter certeza de que tudo aquilo que nós nos propusemos a fazer, nós fizemos no Brasil. Mostramos exatamente uma candidatura limpa, de mãos limpas, com coragem para transformar o país, num momento em que o país espera aquilo que seja a correção de rumos”, declarou.
O presidenciável também afirmou que o Brasil precisa “colocar ordem no país” e “dar dignidade ao povo”, além de combater a violência e as altas taxas de juros.
Caiado evita antecipar apoio no segundo turno
Questionado sobre um eventual apoio a outro candidato caso não avance para o segundo turno, Caiado evitou antecipar qualquer posicionamento e disse que a decisão dependerá do resultado das urnas.
“Vamos esperar. Agora não dá para querer antecipar nenhum resultado, porque nós realmente não sabemos. Esse é o processo”, respondeu.
O candidato também ressaltou a importância de respeitar a decisão dos eleitores. “A gente tem que respeitar a vontade do povo”, concluiu.
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