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Haddad diz que nacionalização da campanha prejudica disputa em SP

Candidato do PT afirmou que temas que abrangem todo o Brasil têm concentrado a atenção do eleitorado

2026|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Fernando Haddad, candidato ao governo de São Paulo, afirma que a nacionalização da campanha prejudica o debate sobre problemas estaduais.
  • Temas nacionais, como a crise no STF e investigações envolvendo Flávio Bolsonaro, têm dominado a atenção do eleitorado.
  • Haddad critica a falta de participação do governador Tarcísio de Freitas em sabatinas e debates, além de destacar temas pouco discutidos como segurança pública e saúde.
  • Pesquisas recentes mostram Tarcísio à frente de Haddad na disputa pelo governo de São Paulo.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Fernando Haddad afirmou que disputa ao governo do estado está nacionalizada Agência Senado

O candidato ao governo de São Paulo pelo PT (Partido dos Trabalhadores), Fernando Haddad, afirmou nesta quinta-feira (24) que o “excesso de nacionalização” da campanha tem prejudicado a disputa estadual ao reduzir o espaço para o debate sobre problemas de São Paulo.

Segundo Haddad, temas nacionais têm concentrado a atenção do eleitorado nesta reta final da campanha. “Os temas que estão chamando atenção no Brasil não são os temas estaduais”, afirmou.

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A confirmação foi dada durante sabatina do Metrópoles, ao ser questionado sobre sua dificuldade de avançar nas pesquisas contra o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).

O petista afirmou que assuntos nacionais têm tomado espaço do debate estadual e citou a crise no STF (Supremo Tribunal Federal), investigações em andamento e episódios envolvendo Flávio Bolsonaro. “Eu acho que tudo está muito contaminado por esse debate”, disse.

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“O Brasil inteiro está discutindo a crise do Supremo”, afirmou Haddad, antes de citar uma série de investigações e acusações envolvendo Flávio. Questionado se essa nacionalização prejudicava sua campanha em São Paulo, respondeu: “Prejudica porque acaba sobrando menos tempo”.

Na sequência, o candidato afirmou que dispõe de menos tempo de televisão do que Tarcísio e criticou o governador por não participar, segundo ele, de sabatinas, debates e entrevistas. Haddad também passou a citar temas que considera pouco discutidos na campanha estadual, como segurança pública, educação, violência contra a mulher e saúde.

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A dificuldade mencionada na pergunta ocorre em um momento em que levantamentos recentes mostram Tarcísio à frente de Haddad em São Paulo.

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