Ministros do STF votam no segundo turno; veja detalhes
Os magistrados destacaram a importância do voto e o respeito aos resultados
2026|Do R7

Os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) votam neste domingo (25) em diferentes regiões do país. Em Brasília, já compareceram às urnas Edson Fachin, Nunes Marques, Dias Toffoli e André Mendonça. Cármen Lúcia votou em Belo Horizonte.
O presidente do STF, Edson Fachin, votou na Asa Sul, em Brasília, por volta das 11h10. “É preciso sempre lembrar que toda autoridade, todo poder, emana do povo e, portanto, é fundamental que sejam respeitadas as escolhas que derivarem da manifestação da soberania popular. Isso é importante, é relevante e necessário. O Brasil precisa de paz e tranquilidade, para, a partir de amanhã, enfrentar os grandes desafios em diversas áreas, que demandam a presença do Estado e, obviamente, o atendimento às legítimas demandas da sociedade”, disse.

Presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Kassio Nunes Marques votou na manhã deste domingo, no Lago Sul, região nobre da capital federal. Ele chegou ao local pouco antes das 8h e foi o primeiro a votar nesta sessão eleitoral. Ele ainda mantém seu domicílio eleitoral em Teresina, Piauí, mas pediu para votar em trânsito em Brasília.
Mendonça votou na Escola Classe 8 da Octogonal, no Distrito Federal, por volta das 09h40. O ministro destacou a importância do dia, agradeceu aos servidores, mesários e imprensa que trabalham durante as eleições. “Que o grande vencedor seja o eleitor e seja o país”, finalizou.
Dias Toffoli votou no Lago Norte, bairro nobre de Brasília, por volta das 10h40. “Que o próximo governante possa trazer paz para a nação. Acabarmos com disputas de brigas e de ódio”, disse, destacando, ainda, a transparência e qualidade do sistema eleitoral brasileiro.
Cármen Lúcia votou em Belo Horizonte, capital mineira. A magistrada ressaltou a importância da Justiça Eleitoral e do voto. “Que cada um exerça seu direito de votar, sabendo respeitar”, declarou.
Já o ministro Gilmar Mendes não votará neste domingo por questões médicas. Ele se recupera de uma lesão no braço em Brasília e não deve se deslocar até Diamantino, município no interior de Mato Grosso, seu local de votação. Por ter mais de 70 anos, o voto é facultativo e a ausência não precisará ser justificada.
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