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PT comemora queda da rejeição de Lula; PL se surpreende e quer endurecer resposta de Flávio

Pesquisa mostra rejeição ao presidente cair seis pontos em uma semana; aliados de Flávio reclamam de ataques da campanha petista

2026|Amanda Garcia, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A rejeição ao presidente Lula caiu de 53% para 47% em uma semana, segundo pesquisa Quaest, animando aliados do PT.
  • Flávio Bolsonaro (PL) viu sua rejeição oscilar de 54% para 52%, e a campanha do PL planeja uma resposta mais dura aos ataques do PT.
  • O levantamento mostra um empate técnico na disputa presidencial, com Flávio numericamente à frente de Lula.
  • O PT intensifica a campanha, destacando riscos de perda de direitos sociais em um eventual governo de Flávio, enquanto o PL contesta essas alegações.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

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Rejeição a Lula caiu de 53% para 47% em uma semana; a de Flávio passou de 54% para 52% Reprodução

A queda de seis pontos na rejeição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) animou aliados do petista e surpreendeu integrantes da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), que defendem uma resposta mais dura aos ataques do adversário na reta final do segundo turno.

Pesquisa Quaest divulgada na quarta-feira (21) mostrou que a rejeição a Lula caiu de 53% para 47% em uma semana. A de Flávio passou de 54% para 52%, uma oscilação de dois pontos percentuais.

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O levantamento também aponta empate técnico nas intenções de voto, com o senador numericamente à frente do presidente: 45% contra 44%. Na pesquisa anterior, Flávio tinha 46% e Lula, 44%.

Os resultados reforçaram avaliações diferentes entre as duas campanhas. Enquanto petistas consideram que as críticas ao adversário ajudam a reduzir a resistência a Lula, aliados do PL atribuem o movimento à divulgação de fake news sobre as propostas de Flávio.

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A queda na rejeição do presidente pegou integrantes da campanha bolsonarista de surpresa. A avaliação entre aliados do senador é que o PT intensificou ataques sobre uma possível redução de programas sociais, especialmente o Bolsa Família, e que é necessário reagir antes da votação de domingo (25).

PT quer manter estratégia

O presidente do PT, Edinho Silva, avaliou que a pesquisa confirma as projeções internas do partido e indica espaço para Lula ampliar sua votação nos últimos dias de campanha.

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Edinho afirmou que a estratégia continuará centrada nas diferenças entre os projetos dos candidatos, com destaque para o que os petistas consideram riscos de perda de direitos e benefícios sociais em um eventual governo Flávio.

Em uma transmissão no YouTube, integrantes do campo petista defenderam que a campanha mantenha a mobilização até o dia da votação e alcance pessoas que não costumam participar de atividades políticas.

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Ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva destacou a participação de jovens e moradores das periferias nos atos realizados após o primeiro turno. Segundo ela, esse movimento ampliou o grupo de pessoas engajadas na campanha de Lula para além dos partidos tradicionais de esquerda.

“E o que eu sinto agora é uma frente bem mais ampla. É a frente ampla da juventude”, afirmou Marina.

A deputada Sâmia Bomfim (PSOL-SP) também avaliou que os atos têm reunido eleitores que não necessariamente se identificam com Lula, mas rejeitam a possibilidade de Flávio assumir a Presidência.

“Eu encontrei gente que não gosta do Lula de jeito nenhum”, relatou. “Agora não precisa gostar.”

Nas redes sociais, a estratégia é ampliar o alcance das mensagens e aproximar o presidente do público mais jovem. A deputada federal eleita Ana Elisa (PT-MG) destacou o uso de vídeos mais informais, inclusive os gravados pelo próprio Lula, e defendeu que a mobilização digital seja acompanhada de ações presenciais.

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PL quer reação mais dura

Do lado de Flávio, o resultado da Quaest acendeu um alerta, embora integrantes da campanha considerem que a disputa permanece estável.

Aliados do senador avaliam que as críticas petistas aos planos de Flávio para programas sociais tiveram impacto nos últimos dias. Eles defendem uma reação mais rápida às informações que classificam como falsas, especialmente entre os eleitores que ainda não decidiram o voto.

A campanha de Lula tem afirmado que as propostas de redução de gastos públicos de Flávio podem comprometer benefícios. O PL contesta essa interpretação e sustenta que o senador pretende preservar os programas de atendimento à população de baixa renda.

Apesar da preocupação relatada por aliados, o líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), minimizou a pesquisa. Ele afirmou que as oscilações nas intenções de voto ocorreram dentro da margem de erro e que os levantamentos internos da campanha permanecem estáveis.

A avaliação do parlamentar é que Flávio deve manter o ritmo de viagens e mobilizações até o domingo.

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