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TSE manda Meta explicar retirada de vídeo de MC Cabelinho com críticas a Flávio Bolsonaro

Artista participou de episódio no canal ‘Revelando’ e teve publicação excluída pela plataforma nesta quinta (22)

2026|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O corregedor do TSE, Ricardo Villas Bôas Cueva, solicitou que a Meta explique a remoção de um vídeo do cantor MC Cabelinho sobre Flávio Bolsonaro.
  • O vídeo, parte da série "Revelando", criticava Flávio Bolsonaro e foi removido do Instagram por suposto uso de conteúdo sintético.
  • A decisão de Cueva atende a um pedido da coligação de Lula, que quer esclarecimentos sobre critérios de distribuição de conteúdos entre candidaturas.
  • Cueva determinou uma revisão humana da remoção e estabeleceu multa de R$ 500 mil em caso de descumprimento do prazo.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

TSE pede que Meta explique remoção de vídeo de MC Cabelinho com críticas a Flávio Bolsonaro Reprodução/YouTube Revelando - 22.10.2026

O corregedor do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, deu 24 horas para que a Meta dê explicações sobre a derrubada do vídeo do cantor MC Cabelinho sobre Flávio Bolsonaro (PL). O cantor participou de um episódio da série jornalística “Revelando” intitulado “Flavinho de Papai” e teve uma postagem apagada pela plataforma na manhã de quinta.

Publicado no Instagram, o vídeo de Cabelinho era um resumo do episódio postado originalmente no YouTube, em que o cantor conta a trajetória política do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro e faz uma série de críticas a ele.

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A plataforma justificou a retirada do vídeo por suposto uso de conteúdo sintético. A versão é contestada pelo artista e pelo ator e humorista Gregório Duvivier, um dos organizadores do canal “Revelando”.

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A decisão do corregedor atende a um pedido da coligação do presidente Lula (PT). Ela está incluída no pedido para que a Meta e o X (antigo Twitter) expliquem os critérios de distribuição de conteúdos e eventuais diferenças de tratamento entre as candidaturas dos presidenciáveis Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro.

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Cueva determinou que a Meta faça a revisão humana da remoção, esclareça quais os critérios usados para identificação do suposto conteúdo sintético e informe se a derrubada do vídeo foi motivada por identificação automatizada ou denúncia de usuários. Em caso de descumprimento do prazo, o ministro estabeleceu multa de R$ 500 mil.

Até que os esclarecimentos da plataforma cheguem ao TSE, o ministro negou o pedido da campanha de Lula para que o vídeo volte ao ar.

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“Os elementos apresentados, contudo, não permitem concluir, neste momento, que a medida decorreu de classificação equivocada do conteúdo ou de tratamento diferenciado em razão de sua orientação político-eleitoral”, diz o magistrado.

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