Rafa Brites e Felipe Andreoli estreiam Canta Comigo Teen 6 com promessa de emoção e diversão para toda a família na RECORD
Casal revisitou a trajetória na emissora e falou sobre a expectativa para o novo desafio, que o público acompanha a partir desta terça (21), às 22h30
Entrevista|Bianca Barbosa, do site oficial

Mais do que um casal de apresentadores inspirador, Rafa Brites e Felipe Andreoli estreitam a distância entre a TV e o público, qualidade de quem ama o que faz. Não por acaso, emplacaram uma sequência de programas de sucesso em 2025 e prometem continuar brilhando neste ano, no comando de nada menos que uma das atrações mais amadas da RECORD: o Canta Comigo Teen!
Eles chegaram à emissora já entrando para a história como o primeiro casal a apresentar o Power Couple Brasil 7. Há mais de 15 anos juntos, Rafa e Andreoli puderam unir as experiências do relacionamento com a profissão, o que encantou os fãs do programa.
Em seguida, estrearam mais dois hits: Love & Dance, em que se emocionaram muito e até dançaram juntos pela primeira vez, e Game dos 100, em que puderam mostrar o lado descontraído e superdivertido do casal.
Agora, partem para um desafio bem diferente dos outros. Nesta terça (21), a partir das 22h30, o casal estreia o Canta Comigo Teen 6. Desta vez, o público vai conhecer uma versão ainda mais carismática dos apresentadores, que vão lidar com jovens talentos, como já fazem em casa com os filhos Rocco, de nove anos, e Leon, de quatro.
Ao R7 Entrevista, Rafa e Felipe relembraram a trajetória na RECORD e contaram as expectativas para o novo desafio.
Confira a entrevista:
R7 Entrevista: Vocês nunca tinham apresentado um programa juntos e, quando estrearam na RECORD, comandaram logo três projetos em sequência. Como foi essa experiência?
Rafa Brites — Foi uma experiência muito especial para a gente. Apesar de já dividirmos a vida, trabalhar juntos em projetos desse tamanho foi algo novo e desafiador. Claro que, no começo, rolou aquele ajuste fino — quem fala mais, quem interrompe menos… Ou tenta, né? (risos)
Estrear na RECORD já com três projetos em sequência trouxe uma intensidade grande, foi quase uma maratona — terminava um e já tinha outro vindo. Mas, ao mesmo tempo, foi uma delícia. A gente mergulhou de cabeça, aprendeu muito junto e se apoiou o tempo todo.
A verdade é que a nossa intimidade ajuda muito, porque não precisa ‘atuar’, somos nós mesmos ali. E isso deixa tudo mais leve e divertido.
No fim, foi um processo de crescimento profissional e pessoal, e também uma oportunidade de mostrar um pouco da nossa dinâmica como casal. A gente descobriu que trabalhar junto dá certo, sim — com direito a brincadeiras, cutucadas e muita parceria. E, claro, aquele combinadinho básico de chegar em casa e pelo menos tentar não falar de trabalho… Nem sempre a gente consegue, mas a intenção existe (risos).
Felipe Andreoli — Foi incrível e muito legal, por serem bem diferentes entre eles. Acho que foi importante para a gente se entrosar rapidamente como apresentadores, além de casal. E acho que deu muito certo!

R7 Entrevista: Primeiro veio o Power Couple, seguido por Love & Dance e Game dos 100. Qual foi a maior dificuldade que vocês enfrentaram no comando de cada programa?
Rafa Brites — Cada programa teve um desafio bem diferente.
No Power Couple, acho que a maior dificuldade foi lidar com a intensidade das emoções. É um reality que mexe muito com os casais, ao vivo... então exigia da gente um cuidado grande para conduzir tudo com equilíbrio, não podemos nos envolver, ter opiniões, preferências... e manter o jogo andando.
Já no Love & Dance, o desafio era outro: entrar num clima mais leve, mais sensível, quase como um ‘cupido com microfone’ (risos). Tinha que ter timing para não quebrar o momento e, ao mesmo tempo, conduzir a narrativa.
E no Game dos 100, a dificuldade foi a dinâmica mais ágil. É um formato que pede ritmo, atenção o tempo todo e muita sintonia entre a gente para não perder o tempo do jogo.
No fim, foi quase uma prova de resistência (risos): três programas, três formatos diferentes, em sequência — e ainda conseguir manter a nossa essência em todos eles.
Felipe Andreoli — Foram três programas muito diferentes. Esse foi o desafio e gravamos os três em sequência.
O Love & Dance no final, a gente estava cansado... Mas muito feliz com os resultados. No Love, dançar foi o grande desafio [Andreoli e Rafa dançaram juntos no programa]. O Power Couple, nossa primeira vez apresentando um reality. E o Game dos 100 foi o primeiro que gravamos, buscando o entrosamento!
R7 Entrevista: E algum deles é o xodó do casal?
Rafa Brites — Olha, é até injusto escolher (risos), porque cada um tem um lugar especial para a gente. Mas eu tenho um carinho todo especial pelo Game dos 100. Acho que pelo ritmo, pela dinâmica, pela energia do programa… É um formato que diverte muito e prende a gente do começo ao fim.
Mas, no geral, cada projeto me marcou de um jeito diferente, então acaba sendo aquele típico caso de ‘cada filho tem seu jeitinho especial’ (risos).
Felipe Andreoli — Eu adorei fazer o Power Couple. Amo as provas e a configuração do jogo. É gostoso demais apresentar!
R7 Entrevista: É muito legal ver a sintonia dos dois no trabalho. Acreditam que os 16 anos de relacionamento prepararam vocês para enfrentarem qualquer tipo de desafio juntos?
Rafa Brites — Acho que ajudaram muito, sim. Esses 16 anos juntos não vêm à toa (risos). A gente já passou por muita coisa, aprendeu a se ouvir, a respeitar o espaço um do outro e, principalmente, a rir junto até nos momentos mais caóticos.
Claro que sempre aparecem desafios novos, ainda mais no trabalho, mas ter essa base faz toda a diferença. A gente se conhece muito, sabe o tempo do outro, o limite, quando apoiar e quando dar uma segurada.
Então, mais do que preparar para ‘qualquer desafio’, eu acho que esses 16 anos deram para a gente uma parceria muito sólida para enfrentar o que vier — sempre juntos e, de preferência, com bom humor.
“Esses 16 anos deram para a gente uma parceria muito sólida para enfrentar o que vier — sempre juntos e, de preferência, com bom humor"
Felipe Andreoli — Acho que todo o tempo estamos nessa missão! De estar junto em harmonia, não importa o desafio. É assim para qualquer casal. Mas a gente se deu muito bem como colega de trabalho (risos). Fortaleceu demais a nossa relação!
“A gente se deu muito bem como colega de trabalho (risos). Fortaleceu demais a nossa relação!”
R7 Entrevista: O casal é bastante ativo nas redes sociais, principalmente quando está no ar com alguma atração. Como decidem o limite entre o que é privado e o que vão compartilhar com o público?
Rafa Brites — Olha, a gente não tem uma cartilha para decidir isso, mas temos um combinado muito natural que funciona há anos: o que a gente compartilha é o que gera conexão de verdade, a nossa rotina real, os nossos perrengues e as nossas vitórias. Mas a nossa intimidade mais profunda, os momentos de fragilidade, as DRs sérias e o dia a dia dos nossos filhos, isso fica só entre nós.
A gente trabalha muito com a verdade. Se estamos felizes e vibrando com um projeto juntos, isso transborda e as pessoas sentem. Mas a internet tem uma tendência a criar uma ilusão de perfeição que não existe. Então, o nosso limite é a preservação da nossa saúde mental e da nossa família. Quando a gente desliga as câmeras e o celular, a gente faz questão de conversar olho no olho, sem nenhuma distração externa. O que vai para a rede é genuíno, mas o que fica em casa é o nosso maior patrimônio.
“A internet tem uma tendência a criar uma ilusão de perfeição que não existe. Então, o nosso limite é a preservação da nossa saúde mental e da nossa família”
Felipe Andreoli — Isso foi muito bem pensado entre nós. Os meninos estão mais velhos agora, eles conseguem decidir também o que querem, no sentido de aparecer ou não nas nossas redes. A gente deixou isso muito na mão deles, propositalmente diminuímos a aparição e interação deles justamente para terem essa privacidade. É mais orgânico e natural quando aparecem ou quando eles mesmos querem.
A gente sempre conversou muito, desde o início do nosso relacionamento, foi importante para amadurecer e mudar quando teve que se adaptar. Superimportante!
R7 Entrevista: Apesar de serem três projetos distintos, Power Couple, Love & Dance e Game dos 100 tinham no elenco apenas adultos. Agora, vocês vão lidar com os sonhos de crianças e jovens. Como pretendem encarar o comando do Canta Comigo Teen?
Rafa Brites — Acho que muda tudo, né? Quando a gente fala de crianças e adolescentes, não é só sobre entretenimento, é sobre sonho, expectativa, emoção de verdade. A responsabilidade aumenta muito.
A nossa intenção é conduzir com muito cuidado e acolhimento, criando um ambiente leve, seguro e divertido para eles se sentirem à vontade para ser quem são. Porque, no fim, mais do que uma competição, é uma experiência que pode marcar a vida deles.
E a gente quer estar ali como apoio mesmo, incentivando, vibrando junto e respeitando cada história. Vai ser lindo de ver, e eu já tenho certeza de que vou me emocionar muito… provavelmente mais do que eles (risos).
Felipe Andreoli — A gente tem muito cuidado com as crianças, acho que é algo natural porque nós somos pais e ali é muita emoção, a realização de um sonho para eles, emoções à flor da pele, e a gente trata isso com muita atenção e muito carinho, como realmente gostaríamos que fizessem com os nossos filhos. Cuidar deles, fazer eles se sentirem confortáveis, à vontade e felizes no palco.
“Quando a gente fala de crianças e adolescentes, não é só sobre entretenimento, é sobre sonho, expectativa, emoção de verdade. A responsabilidade aumenta muito”
“A gente tem muito cuidado com as crianças, acho que é algo natural porque nós somos pais e ali é muita emoção, a realização de um sonho para eles, emoções à flor da pele, e a gente trata isso com muita atenção e muito carinho”
R7 Entrevista: Rafa é pagodeira e Felipe curte rock. Vai rolar uma playlist de casal no camarim do Canta Comigo Teen?
Rafa Brites — Temos algumas regrinhas lá em casa — tipo: quem dirige tem direito de escolher a música no carro (risos). Então vai ter que rolar essa mistura, né? Porque é assim com a gente: um pouco de pagode, um pouco de rock… e no fim a gente se entende!
Acho que no camarim vai ser bem isso também — uma hora entra um pagodinho para animar, daqui a pouco vem um rock… e assim a gente vai equilibrando. No fundo, essa diferença é até boa, porque deixa tudo mais divertido e democrático.
E, no fim das contas, o que não pode faltar é música boa — independente do estilo (risos).
Felipe Andreoli — Cara, a gente escuta tanta música durante o dia inteiro que, no camarim, não está rolando muita música, não. Mas, nos outros, no ano passado, rolou muita música! Eu confesso que monopolizava mais porque a Rafa tem mais coisas para fazer, secador, maquiagem, aí eu ficava com a música mais livre para mim. Mas a gente é democrático, eu monopolizo às vezes, mas em geral é democrático (risos).
R7 Entrevista: A Rafa já revelou que é sentimental e vai se emocionar no programa, mas e o Felipe? Vai ser mais durão ou vamos conhecer um lado mais emotivo também?
Felipe Andreoli — Acho que tem um equilíbrio! O Canta Comigo não é um programa para ser durão, né? Pelo contrário, é para apoiar, incentivar, dar um carinho quando está triste, vibrar quando estão felizes. É um programa muito leve, solto de se fazer, é um prazer mesmo, uma coisa que é só positiva, então o lado durão está de fora dessa edição.
“O Canta Comigo Teen não é um programa para ser durão, né? Pelo contrário, é para apoiar, incentivar, dar um carinho quando está triste, vibrar quando estão felizes"
R7 Entrevista: Vocês são superpais e o público ama acompanhar a relação com Rocco e Leon. Acreditam que a parentalidade vai ajudar no comando do Canta Comigo Teen?
Rafa Brites — Meu Deus... Com certeza. Ser mãe muda completamente o nosso olhar, né? Pelo menos o meu mudou. Acho que traz uma sensibilidade maior, um cuidado diferente, principalmente quando a gente está lidando com crianças e adolescentes.
A gente entende melhor as inseguranças, os medos, a expectativa… e também a importância daquele momento para eles e para as famílias. Então, isso faz com que a gente queira acolher ainda mais, ter um olhar mais atento e respeitoso com cada um.
No fim, a parentalidade só soma: ajuda a gente a conduzir tudo com mais empatia, carinho e responsabilidade, sem esquecer que, antes de qualquer competição, são histórias e sonhos que estão ali.
Felipe Andreoli — Ajuda muito, com certeza. Nós somos pais, então a gente sabe quando as crianças estão nervosas, quando estão tímidas, tristes, quando estão à vontade. Isso ajuda muito na hora de lidar com elas, na hora de fazer as coisas do jeito certo, com a delicadeza que é necessária. A gente faz isso, e acho que muito bem!

R7 Entrevista: Por falar nos meninos, eles sempre acompanham os programas que vocês apresentam. Rolam elogios e críticas, ou eles só se divertem assistindo aos pais na TV?
Rafa Brites — Eles assistem, sim, e opinam também, viu? (risos) Tem muita diversão, claro, eles adoram ver a gente na TV, mas também rolam uns comentários sinceros… às vezes até sinceros demais!
O mais gostoso é ver que eles entram no clima, torcem, se envolvem com os participantes. No fim, acho que, para eles, é mais uma brincadeira, um momento de curtir a gente ali — e para a gente é muito especial ter esse ‘feedback’ tão espontâneo dentro de casa (risos). Agora, com o Canta Comigo Teen, que é com crianças, acho que eles vão gostar ainda mais (risos).
Felipe Andreoli — Eles não são de muitos comentários, não; eles adoram ver a gente, vibram, dão aquela animada inicial, mas, assim, ainda são muito novos. O pequeno ama música, então estou curioso em como ele vai reagir neste ano, mas eles são muito novos, não conseguem focar 100% do tempo, curtem mais ver a gente do que analisar!
R7 Entrevista: O Canta tem um painel com 100 jurados. Já bolaram alguma estratégia para decorar os nomes de todos os especialistas?
Rafa Brites — Nossa, você perguntando isso agora… Nem tinha pensado nisso! (risos) Olha, se alguém tiver uma estratégia, por favor, compartilha com a gente! Porque não é simples, não… são 100 jurados!
A gente vai tentando decorar aos poucos, convivendo, criando associações… mas a verdade é que, no começo, rola um certo ‘desespero’, sim. Eles também vão ter que entrar na brincadeira e ajudar a gente!
Mas, no fim, acho que o mais importante é a conexão ali na hora — e isso a gente garante. Agora, sair chamando os 100 pelo nome de primeira… vamos ter que trabalhar nisso (risos).
Felipe Andreoli — Desafio gigante esse de decorar os nomes, né? São 100 jurados e a gente, obviamente, conhece alguns deles, o que já ajuda. Muitos não, mas a gente se entrosa super rápido. A gente faz meio que uma batalha naval, porque tem um número de fileiras e o número de cada jurado, onde eles sentam. A gente consegue ter uma cartolina com o posicionamento de todos eles e ir aprendendo com o passar dos dias.

R7 Entrevista: Acompanhamos o casal se divertindo nas provas do Power Couple e do Game dos 100, e até se desafiaram na dança no Love & Dance. Podemos esperar um momento especial de vocês no reality musical também? Quem sabe um dueto…
Rafa Brites — Olha… dueto acho bem difícil, viu? (risos) Eu não canto nada! O Felipe manda super bem nos instrumentos, eu até faço aula de sax… mas cantar já é outro departamento!
Mas a gente nunca foge de um desafio, né? Então também não posso garantir que isso não vá acontecer (risos). Agora, a verdade é que a gente não canta mesmo… então, se rolar em algum momento, vai ser na base da coragem, da diversão e bem desafinado!
A gente se joga, se diverte e, vai que, numa empolgação, a gente tenta… Mas, sinceramente, acho melhor deixar essa parte com os participantes, que aí sim dão um show de verdade (risos).
Felipe Andreoli — Ah, ia ser legal, né? Nossa, não, muita pressão. Não sei como esses jovens, essas crianças, aguentam isso. Eu adoro cantar, muito mais do que dançar, seria mais fácil do que dançar como a gente dançou no Love & Dance. Eu até brinquei disso com a Rafa, mas neste primeiro Canta Comigo não, porque acho que não é a nossa edição, é a edição Teen e não temos idade para isso. Quem sabe em um Canta adulto a gente não aparece cantando (risos).
R7 Entrevista: Nesta temporada, o Canta lançou o podcast e vocês puderam já experimentar esse universo do reality musical antes da estreia do programa. Curtiram o desafio?
Rafa Brites — Curtimos muito! Foi uma experiência diferente e muito gostosa poder mergulhar nesse universo antes mesmo da estreia. O podcast deu espaço para a gente explorar mais as histórias, conversar com calma e criar uma conexão mais próxima com tudo que envolve o programa.
Além disso, foi um jeito de aquecer, de entrar no clima mesmo. Quando a gente chegou na gravação, já parecia que estava mais íntimo daquele universo.
E a gente adora esse formato mais solto, de conversa, então foi um desafio que veio acompanhado de muito prazer também.
“O podcast deu espaço para a gente explorar mais as histórias, conversar com calma e criar uma conexão mais próxima com tudo que envolve o programa”
Felipe Andreoli — Foi superlegal fazer o esquenta do Canta porque a gente pôde se familiarizar, se entrosar com o programa, entender mais da mecânica dele e dar importância aos jovens, às crianças, aos jurados, como todo mundo leva aquilo com muito carinho, com muito coração, e acho que a gente já chegou nesse clima, nessa vibração, e isso foi superimportante.
R7 Entrevista: Quais são suas expectativas para a estreia do Canta Comigo Teen?
Rafa Brites — Ah, eu estou com a expectativa lá em cima! Acho que vai ter muita emoção, choro, lágrimas… Eu já estou me preparando psicologicamente (risos).
E é muito gostoso ver que já tem tanta gente que ama o programa, que acompanha e está na torcida para começar. Isso deixa tudo ainda mais especial.
Porque, quando envolve criança, não tem como não se emocionar, né? É tudo muito genuíno, muito verdadeiro. E é um programa para a família, para assistir junto, se emocionar junto… Acho que o público vai se encantar com as histórias, com os talentos.
“É um programa para a família, para assistir junto, se emocionar junto… Acho que o público vai se encantar com as histórias, com os talentos"
Tem tudo para ser uma estreia linda, daquelas que abraçam a gente. E eu, com certeza, vou estar lá chorando, rindo, me divertindo do começo ao fim (risos). Estou muito feliz de fazer parte desse projeto e mal posso esperar para que todo mundo assista. Vai ser emocionante!
Felipe Andreoli — Mega expectativa, né? Uma coisa é gravar o programa, fazer ele daquela maneira, não editada, outra é ele editadinho, né? Com todo cuidado da nossa equipe de edição, de montagem, a cor, as partes que a gente não ouve que estão falando. Porque estão microfonados o tempo inteiro, mas a gente não ouve eles o tempo inteiro.
Então vai ser como assistir ao programa como a galera de casa, com a mesma curiosidade, com a mesma alegria de quem vai curtir a temporada junto, a gente está no mesmo clima!
Fique de olho: Canta Comigo Teen estreia nesta terça (21), às 22h30, na tela da RECORD. Acompanhe o site oficial para ficar por dentro de todas as novidades!
Painel estrelado! Conheça os 100 jurados do Canta Comigo Teen 6
O painel estrelado é parte fundamental do Canta Comigo Teen 6! Os jurados brilham soltando a voz, dando dicas aos candidatos e se emocionam a cada episódio. Quer saber mais sobre cada um dos 100 especialistas?



















































































































