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Argentina reforça segurança após saques que deixaram dois mortos

Centenas de prisões foram feitas e 100 pessoas ficaram feridas nos ataques populares

Internacional|Do R7

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Polícia tenta conter a população que tentava invadir um supermercado na cidade de San Fernando, na periferia portenha
Polícia tenta conter a população que tentava invadir um supermercado na cidade de San Fernando, na periferia portenha

Milhares de policiais foram mobilizados neste sábado (22) nas cidades da Argentina onde saques deixaram duas pessoas mortas e quase 100 feridas, além de centenas de prisões.

O governo e sindicatos se acusam pela violência de quinta (20) e sexta-feira (21), que aconteceram em meio a uma onda de fúria contra a administração da presidente Cristina Kirchner sobre o aumento dos crimes e a incerteza econômica.


Em Rosario, um polo industrial e de exportação agrícola onde as duas pessoas morreram na sexta-feira, um oficial disse que uma operação especial de segurança continuará pelo menos até dia 1º de janeiro.

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Duas pessoas morrem em Rosário

Em Buenos Aires, o governor Daniel Sciolo afirmou à Radio Mitro que instruiu os oficiais a "aumentar as patrulhas e a presença das tropas na província."


Cerca de três mil policiais foram mobilizados para os arredores da capital argentina, onde multidões saquearam lojas e supermercados na sexta-feira.

O chefe de gabinete Juan Abal Medina acusou os caminhoneiros do poderoso sindicato CGT de participar dos saques.


O líder da União, Hugo Moyano, rejeitou as acusações na rádio local considerando-as sem sentido e acusou o governo de orquestrar o conflito para "desacreditar e desqualificar os líderes que não estão de acordo com a política deles".

Dois supermercados de Bariloche sofrem saques

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Soldados também foram enviados a Bariloche, uma cidade turística muito frequentada por quem quer esquiar, 1.650 km a sudoeste de Buenos Aires, onde a multidão invadiu pelo menos dois supermercados na quinta-feira.

Foram roubados aparelhos de TV, bicicletas e aparelhos elétricos, disseram as testemunhas.

Saques também foram relatados em cidades das províncias de Tucuman, Corrientes, Chaco, Misiones, Cordoba, e Rio Negro, na maioria dos casos com pessoas feridas e presas.

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