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Autópsia confirma que promotor morreu com um tiro na cabeça

Alberto Nisman acusou Cristina Kirchner por suposto encobrimento de terroristas

Internacional|Do R7

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Justiça espera que o Renar (Registro Nacional de Armas) esclareça se a pistola achada pelos investigadores é uma das duas armas registradas no nome do promotor
Justiça espera que o Renar (Registro Nacional de Armas) esclareça se a pistola achada pelos investigadores é uma das duas armas registradas no nome do promotor

O relatório preliminar da autópsia de Alberto Nisman concluiu que o promotor argentino morreu em consequência de um tiro na cabeça. A promotora Viviana Fein, que investiga a morte de Nisman, recebeu um relatório preliminar que assinala que o corpo tinha um orifício de bala com entrada no parietal direito e perda de massa encefálica.

A bala entrou 2 cm acima da orelha pelo osso parietal direito da cabeça. Os peritos confirmaram que a bala que matou o promotor argentino foi disparada pela pistola de calibre 22 encontrada ao seu lado em sua casa, em Buenos Aires.


A Justiça espera que o Renar (Registro Nacional de Armas) esclareça se a pistola achada pelos investigadores é uma das duas armas registradas no nome do promotor.

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A morte de Alberto Nisman, promotor que investigava o atentado contra o centro judaico Amia que deixou 85 mortos em 1994, tinha denunciado a presidente argentina, Cristina Kirchner, de acobertar os suspeitos do ataque, comoveu a sociedade argentina.

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