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Carta, regras de conduta: diretor revela o plano de Trump para seu vice em caso de morte

Documentos secretos orientariam JD Vance sobre sucessão e possíveis medidas de retaliação se o presidente for assassinado

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Donald Trump deixou instruções confidenciais para seu vice, JD Vance, para serem abertas apenas se ele morrer durante seu mandato.
  • Documentos incluem orientações sobre como retaliar eventuais atentados e protocolos para situações envolvendo a China e outros agentes estrangeiros.
  • Trump já sobreviveu a tentativas de assassinato e enfrenta ameaças credíveis, especialmente do Irã.
  • Preocupações de segurança aumentaram com a viagem de Trump à China, onde discutirá temas estratégicos e a guerra no Irã.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

J. D. Vance
O vice-presidente JD Vance tem instruções sobre o que fazer caso Trump seja morto Divulgação/The White House - 28.2.2025

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deixou instruções confidenciais para o vice-presidente JD Vance que deverão ser abertas apenas caso ele morra durante seu segundo mandato. A revelação foi feita pelo diretor de contraterrorismo da Casa Branca, Sebastian Gorka, em entrevista ao jornal New York Post.

Segundo Gorka, Trump redigiu “instruções precisas” que seriam entregues a Vance caso o vice precisasse assumir a Presidência. Além desse documento, o presidente teria deixado uma carta escrita à mão guardada em uma gaveta, no Salão Oval, com orientações sobre como proceder caso ele seja assassinado.


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De acordo com o oficial de contraterrorismo, o conteúdo da mensagem inclui regras de atuação para retaliar os responsáveis por um eventual atentado. Gorka afirmou ainda que protocolos específicos já estão preparados para situações em que a China ou qualquer outro agente estrangeiro consiga “eliminá-lo”.

“Temos protocolos. Não posso discutir quais são, mas eles existem”, declarou Gorka ao jornal americano.


Trump já sobreviveu a diversas tentativas de assassinato e, segundo a reportagem, continua sendo alvo de ameaças consideradas críveis por parte do Irã. As tensões estariam ligadas à morte de comandantes iranianos durante ações autorizadas pelos Estados Unidos.

Em janeiro, o presidente afirmou ter deixado ordens para que o Irã fosse “explodido” caso fosse morto por agentes do país. Na ocasião, disse que já havia comunicado que, se algo lhe acontecesse, toda a nação iraniana seria alvo de uma resposta devastadora.


As preocupações com a segurança ganharam novo destaque nesta semana, com a viagem de Trump para a China em uma visita oficial. O país é considerado um importante aliado do Irã, o que aumentou a atenção das equipes responsáveis pela proteção do presidente.

Durante a viagem, Trump deve se reunir com Xi Jinping para discutir a guerra em andamento no Irã, as relações comerciais entre as duas maiores economias do mundo, inteligência artificial e outros temas estratégicos.


Gorka afirmou que alguns aliados e analistas veem Trump como uma ameaça direta aos interesses chineses. Segundo ele, o presidente seria o principal obstáculo para ambições de domínio global atribuídas a Pequim.

O assessor chegou a levantar a hipótese de que a China poderia tentar prejudicar Trump de forma indireta, “colocando algo no ar” que o deixasse doente semanas depois. Apesar da possibilidade mencionada, ele afirmou não acreditar que os chineses tomariam tal atitude.

“Não tenho nenhum medo de que façam algo. Na minha avaliação, o presidente está muito seguro”, disse.

Gorka acrescentou que uma ação desse tipo iria contra os objetivos diplomáticos da própria China, que busca reconhecimento e estabilidade em suas relações internacionais.

As preocupações com a segurança presidencial haviam sido reforçadas no mês passado, quando um homem armado com uma espingarda atravessou um ponto de controle do Serviço Secreto durante o jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca.

Na ocasião, agentes retiraram rapidamente Trump, Vance e outros integrantes do alto escalão do governo do salão onde o evento era realizado.

Trump viajou à China acompanhado de seus principais assessores diplomáticos, além de empresários e executivos do setor de tecnologia dos Estados Unidos.

JD Vance, por sua vez, permaneceu em território americano durante toda a cúpula, mantendo-se em posição para assumir o comando do país caso ocorra alguma emergência envolvendo o presidente.

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