EUA só ajudarão a Ucrânia se país abrir mão de terras raras por completo, explica professor
Segundo Leonardo Trevisan, Washington já fez negociações diretas com presidente russo para dividir minerais críticos ucranianos
Internacional|Do R7, com RECORD NEWS
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Um ataque com drones russos danificou a infraestrutura portuária na região de Odessa, no sul da Ucrânia, nesta sexta-feira (1º). Duas pessoas ficaram feridas, um apartamento foi destruído e o telhado pegou fogo depois de ataques a um prédio de 16 andares. Em outro edifício, o fogo também consumiu o 12º andar.
O Exército ucraniano retirou uma senhora de 77 anos de uma região bombardeada pela Rússia com a ajuda de um robô. A sobrevivente foi vista na estrada por pilotos e os militares fizeram o resgate à distância. Em outra região atacada por um drone russo, uma mulher de 58 anos morreu e 11 pessoas ficaram feridas, incluindo um policial.
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Em entrevista ao Conexão Record News, Leonardo Trevisan, professor de relações internacionais, afirma que a Rússia se aproveitou da diminuição do espaço que a guerra no Leste Europeu está ocupando na mídia para avançar nas investidas.
“Na prática, o que nós estamos assistindo é um avanço russo para uma negociação que é mais econômica do que diplomática. [Vladimir] Putin e [Donald] Trump já chegaram ao acordo sobre quem fica com quanto das terras raras ucranianas”, diz Trevisan.
Segundo o professor, os EUA querem que a Ucrânia ceda a eles o domínio completo sobre as terras raras em troca de ajuda. Porém, Washington já fez negociações diretas com Putin dividindo as terras raras ucranianas, o que assusta a Europa. “Os jornais europeus estão dizendo praticamente o mesmo. A aliança com os Estados Unidos é uma aliança inconfiável. A Ucrânia que o diga”, frisa.
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