Países podem ser ‘agressivos uns com os outros’ em busca de interesses, afirma professor
Ministro das Relações Exteriores da China pede que Paquistão intensifique mediação do conflito na região do Oriente Médio
Internacional|Do R7, com RECORD NEWS
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O ministro das Relações Exteriores da China pediu que o Paquistão intensifique a mediação do conflito no Oriente Médio. Durante conversas com representantes paquistaneses, o chanceler chinês ressaltou que Pequim vai continuar apoiando os esforços de Islamabad e dará a própria contribuição para o fim do conflito.
Em comunicado, o governo do Paquistão afirmou que as duas partes destacaram a importância de manter um cessar-fogo duradouro e garantir a circulação normal pelo estreito de Ormuz.
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Segundo Vitelio Brustolin, pesquisador e professor de relações internacionais, a China tem influência na região, e o Paquistão faz fronteira com o Irã, com o Afeganistão e com a própria China, ou seja, existe, evidentemente, um interesse de todos.
“Aquela região ali é toda conflagrada por conflitos. Os Estados Unidos estão ali presentes, inclusive envolvidos na questão de Taiwan, mas a gente não deve ser ingênuo. Cada um daqueles países tem interesses. A própria China tem conflitos com países da região que são seus vizinhos, por mais que sejam parceiros comerciais”, diz em entrevista ao Conexão Record News desta quarta-feira (13).
O professor ressalta que os países tentam negociar, “mas eles têm seus interesses próprios, buscam esses interesses e, em muitos momentos, são agressivos uns com os outro”.
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