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Petróleo a US$ 200, operação terrestre e vazamento radioativo: especialista faz alerta sobre a guerra

Pesquisador Lier Ferreira diz que conflito atravessa ‘um momento muito perigoso’; entenda

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Presidente do Egito alerta sobre possível aumento do barril de petróleo para US$ 200 devido à guerra no Oriente Médio.
  • Especialista menciona que a situação é “perfeitamente viável” e pode levar a uma tragédia global.
  • Invasão terrestre dos EUA poderia causar um vazamento radioativo do Irã com impactos ambientais imensos, superando o de Chernobyl.
  • Professor ressalta a necessidade de paz e que outros países, como China e Europa, não devem se envolver no conflito.

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O presidente do Egito, Abdel Fattah al-Sisi, um grande aliado dos Estados Unidos devido ao apoio militar norte-americano, clamou pelo fim da guerra no Oriente Médio nesta segunda-feira (30), temendo que o preço do barril de petróleo ultrapasse US$ 200.

Ao ser questionado sobre a possibilidade de tal cenário se concretizar, Lier Ferreira, pesquisador do núcleo de estudos dos países Brics da UFF (Universidade Federal Fluminense), foi realista: “Seria uma tragédia, mas é perfeitamente viável. [...] O que nós vemos com muita clareza é uma guerra que está em um momento muito perigoso”.


Mísseis nucleares do Irã
Extração de material radioativo visaria danificar projeto nuclear iraniano Reprodução / Record News

O especialista alerta sobre as consequências que uma possível invasão terrestre dos EUA poderia causar e chama atenção para as notícias que relatam sobre os planos do país de extrair meia tonelada de material radioativo do Irã: “Essa é uma notícia dramática para a humanidade. [...] Se o material vazar, pode gerar um impacto ambiental incalculável, que faria com que o vazamento de Chernobyl, por exemplo, fosse apenas um pequeno dano socioambiental”.

Ferreira detalha que um agravamento do conflito com uma invasão terrestre também aumentaria a pressão inflacionária sofrida no mundo inteiro e a crise humanitária. Ele desabafou: “O mundo não precisa de uma Terceira Grande Guerra, em que vidas humanas estariam sendo drenadas pelo ralo [...] O mundo precisa e merece paz!”.


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Ainda assim, o professor crê que o envolvimento de outras potências no conflito provavelmente não deverá acontecer. Enquanto a China foca na questão comercial e é abastecida pelo petróleo russo, a Europa não se reconhece dentro da guerra e evita entrar na batalha. Por fim, a Rússia lida com a guerra na Ucrânia. Quem tem mais a perder seriam os EUA: “Em um conflito em terra, a Guarda Revolucionária empenharia todos os esforços para transformar o Irã em um sangrento campo de batalha”.

Mulheres avaliam perdas após ataque em Teerã nesta segunda (30) Majid Asgaripour/WANA (West Asia News Agency) via REUTERS
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