Prisão de ex-presidente mostra esforço da Coreia do Sul para manter a democracia, diz especialista
Em região instável e ameaçada por potências mundiais, instituições do país seguem funcionando
Internacional|Do R7, com RECORD NEWS
Após a tentativa fracassada de declarar lei marcial em dezembro de 2024 na Coreia do Sul, o ex-presidente Yoon Suk Yeol enfrenta acusações de abuso de poder e traição. O Tribunal Distrital Central de Seul condenou o antigo líder a 30 anos de prisão.
Os advogados argumentam que a suposta tentativa de golpe, na verdade, teria sido uma resposta após a Coreia do Norte enviar balões de lixo através da fronteira. Yun está sob custódia e ainda pode recorrer à decisão do Tribunal de primeira instância. A condenação, contudo, deixa um recado claro para o doutor em ciência política e professor da UFCG (Universidade Federal de Campina Grande), Bruno Pasquarelli.
“A gente observa as instituições sul-coreanas conseguindo [...] manter a democracia funcionando, em uma região muito instável, em que pode ter algum tipo de conflito com a Coreia do Norte. Os Estados Unidos também são muito interessados nessa região. [...] A gente também vê visitas da própria China”, argumentou no Conexão Record News desta sexta-feira (12).
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