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Seis supostos terroristas morrem em tiroteio com a polícia no Cairo

Ministério do Interior afirmou que os suspeitos estavam planejando realizar uma série de ataques hostis contra instalações importantes do país

Internacional|Do R7

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O Egito está em estado de emergência
O Egito está em estado de emergência

A polícia do Egito matou seis supostos terroristas que planejavam perpetrar ataques contra igrejas e outros alvos na próxima semana no Cairo, informou o Ministério do Interior em comunicado nesta segunda-feira (13).

Os suspeitos morreram em um tiroteio com a polícia durante uma batida em um apartamento que o grupo utilizava no distrito de Seis de Outubro, um bairro do oeste da capital egípcia.


"Estes elementos estavam planejando realizar uma série de ataques hostis contra instalações importantes, templos cristãos, das Forças Armadas e da Polícia coincidindo com as comemorações da sagrada Festa do Sacrifício", segundo a nota.

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Quando a polícia chegou ao apartamento, os suspeitos abriram fogo, o que levou os agentes a responder, causando a morte de seis terroristas.


Três dos mortos foram identificados até o momento: Hassan Marshud Hassan, 33 ; Abdulrahman Jamal Amin Mohammed, 21, e Mahmoud Kamaleldin Mahmoud, 30.

Na operação, a polícia apreendeu três fuzis automáticos, uma pistola, munição de diferentes tipos e algumas publicações jihadistas.


O Ministério do Interior não informou a que grupo pertenciam os seis homens mortos, nem se tinham alguma relação com o terrorista suicida que morreu no sábado quando tentava cometer um atentado contra uma igreja no norte do Cairo.

O governo egípcio está fazendo uma operação militar em larga escala para perseguir os grupos terroristas que têm sua base na península do Sinai, entre eles o Wilayat Sina, a filial egípcia do Daesh.


A polícia informou ontem a morte de outros 12 terroristas em uma operação em Al Arish, capital da província do Sinai do Norte, informou a agência estatal "MENA".

O Egito está em estado de emergência desde abril de 2017 por causa de uma série de atentados contra igrejas coptas, ataques reivindicados pelo Daesh.

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