Tendência é que a Marinha americana comece a apreender mais navios em Ormuz, diz especialista
Estratégia norte-americana contra o Irã agora passa, segundo Ricardo Cabral, pela pressão econômica
Internacional|Do R7, com RECORD NEWS
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O Irã prometeu retaliação após os Estados Unidos apreenderem uma embarcação que tentava desafiar o bloqueio norte-americano no estreito de Ormuz. Segundo o presidente Donald Trump, o navio teria ignorado as ordens de parada e precisou ser contido à força por um destroyer.
Fuzileiros navais assumiram o controle da embarcação, enquanto a carga passava por inspeção. O governo iraniano classificou a ação como “pirataria” e ainda afirmou que irá responder. Em contrapartida, no campo da diplomacia, o vice-presidente dos Estados Unidos comparecerá a novas negociações no Paquistão, apesar de as autoridades iranianas não terem confirmado presença.
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“A tendência é que a Marinha americana comece a apreender outros navios, como foi falado pelo presidente Donald Trump. Isso é uma forma de colocar o Irã na mesa de negociações, porque há um embate muito grande internamente e os americanos estão pressionando pela via econômica”, explicou o especialista em segurança e estratégia internacional Ricardo Cabral, em entrevista ao Conexão Record News desta segunda (20).
Segundo Cabral, há um grupo de extremistas, considerados os mais radicais e ligados à Guarda Revolucionária, que defende a permanência da guerra devido ao entendimento de que estão ganhando e que o tempo está a favor deles. Em contrapartida, no outro lado da situação, o presidente do Parlamento e outras autoridades se contrapõem à linha dura e optam pela mesa de negociações.
“A tendência é que a chegada do J. D. Vance, do Steve Witkoff e do Jared Kushner ao Paquistão acione a China, que vai pressionar o Irã para participar das negociações; o que não quer dizer muita coisa, porque nós vimos que eles acertam uma coisa e aceitam um tipo de negociação, mas logo em seguida começam a fazer novas demandas”, expressou o especialista.
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