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Pilar central de viaduto que desabou em BH passará por escavação

Objetivo da Polícia Civil é descobrir o que aconteceu na fundação do elevado

Minas Gerais|Do R7

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Área de cerca de 10m em volta do pilar central foi resguardada para a investigação da Polícia Civil
Área de cerca de 10m em volta do pilar central foi resguardada para a investigação da Polícia Civil

O pilar central do viaduto Guararapes, que desabou em Belo Horizonte deixando dois mortos e 22 feridos, será escavado pela perícia técnica da Polícia Civil. A informação foi divulgada pela corporação na tarde desta terça-feira (8), após a liberação da pista no local. De acordo com a PC, o objetivo é descobrir o que ocorreu com o bloco de fundação do elevado.

De acordo com a corporação, todo o trabalho de remoção dos escombros foi acompanhado pelo Instituto de Criminalística. Os peritos fizeram registro fotográficos e coletaram materiais que serão importantes para a elaboração do laudo final sobre o acidente.


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Apontado por especialistas como uma das possíveis causas da queda do viaduto, o pilar central passará por exames complementares somente após a conclusão dos trabalhos de remoção dos blocos de concreto que ainda tomam conta das partes laterais da via. Ainda conforme a Polícia Civil, a área preservada será avaliada para identificar a necessidade de execução da sondagem do solo.


Liberação

Depois de anunciar a liberação da pista, a partir de agora, técnicos da Comdec (Coordenadoria Municipal de Defesa Civil), Sudecap (Superintendência de Desenvolvimento da Capital), BHTrans e da construtora Cowan, responsável pela obra do elevado, farão uma análise da pista da avenida Pedro 1° para avaliar o estado da via e a necessidade de intervenções para recuperação do asfalto no trecho.


Ainda segundo a PBH, essa análise deve terminar nesta terça-feira e, na manhã de quarta-feira (9), os trabalhos de remoção dos resíduos e entulhos que ainda estão nas laterais da avenida Pedro 1º devem ser retomados às 8h, horário acordado entre a prefeitura e moradores da região.

Durante todo o processo de demolição da estrutura, técnicos da Defesa Civil e Sudecap monitoram o viaduto que fica ao lado do que desabou e também construções vizinhas ao local da tragédia e, até o momento, nenhuma movimentação foi registrada.

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