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PM é suspeito de invadir festa infantil e disparar arma de fogo

No dia seguinte, o homem ainda teria voltado ao local dizendo não se lembrar de nada; polícia disse que vai investigar a conduta do militar 

Minas Gerais|Matheus Renato Oliveira, do R7*, com Thaís Oliveira, da Record TV Minas

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Policial causou pânico em festa infantil
Policial causou pânico em festa infantil

Um policial militar é suspeito de invadir uma festa infantil e fazer disparos com sua arma de fogo, na noite deste sábado (30) no bairro Água Branca, em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte.

De acordo com testemunhas que estavam no local, em dado momento, uma criança teria trombado em uma das filhas do policial, que alterado pelo estado de embriaguez, não gostou e começou uma confusão. No meio da discussão, ele teria agredido e atirado em direção às pessoas que estavam na festa - eram cerca de 50 no evento. Um vídeo de circuito de segurança mostra o momento da agressão e o corre-corre.


Quando os convidados chamaram a polícia, ele correu para dentro de uma residência vizinha, colocou os moradores para fora e começou a quebrar tudo que estava dentro do imóvel.

Moradores registraram tudo pelo celular. A ação também foi filmada por câmeras de segurança nas ruas.


Revoltados, os moradores chamaram a polícia. Vídeos mostram militares conversando com eles, mas não conseguiram registrar boletim de ocorrência. Segundo testemunhas, os PMs disseram que militares da corregedoria iriam até o local fazer o registro, mas isto não ocorreu. Pouco depois, testemunhas disseram ter visto o sargento dentro de uma viatura.

No dia seguinte, o homem ainda teria voltado ao local dizendo não se lembrar de nada, conforme testemunhas.


Em nota, a PM informou que vai investigar a postura do militar. Confira a nota na íntegra: 

"A Polícia Militar, por meio do 39° BPM, esclarece que no dia 30Mai19-Sáb recebeu a informação de uma ocorrência em que teria um policial militar armado em um evento social.


Comparecendo ao local verificou-se tratar de um policial militar desta Unidade. Diante da confirmação dos fatos relatados por testemunhas, dentro da imparcialidade e transparência, o militar foi conduzido à autoridade de polícia judiciária por se tratar de crime comum.

A corregedoria presencialmente acompanhou a ocorrência para garantia da lisura dos procedimentos.

Ressalta-se que foi determinada a abertura imediata de Procedimento Administrativo a fim apurar toda a conduta do militar, dando-lhe o direito a ampla defesa e ao contraditório, além do recolhimento do armamento, bem como o seu remanejamento para outro setor de trabalho."

Estagiário do R7, sob supervisão de Lucas Pavanelli

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