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Suspeitos de matar policial na Grande BH são presos

Segundo a PM, jovem foi vítima de uma emboscada no último sábado (3); ele não teve objetos roubados

Minas Gerais|Pablo Nascimento, do R7, com RecordTV Minas

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Suspeitos tentaram fugir, mas foram localizados
Suspeitos tentaram fugir, mas foram localizados

Cinco pessoas foram detidas, na madrugada desta segunda-feira (5), suspeitas de participação na morte de um sargento da PM (Policia Militar). O crime aconteceu no de sábado (3), em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte.

I. L. S. N., de 27 anos, confessou que atirou em Rogerys Junio Gonzaga dos Reis, de 22 anos, mas alegou legítima defesa.


— Ele atirou em mim primeiro.

O suspeito estava no local do crime com a namorada N. S. B. , de 22 anos, e com um primo da jovem, I. A. S., de 20 anos. Segundo informações da PM, a namorada teria ajudado no crime e na fuga, mas a jovem nega a participação.


— Na hora do disparo eu estava dentro do bar. Todo mundo saiu correndo. Eu vi ele [o namorad] baleado, mas ele não tinha falado que tinha matado ninguém.

O primo da jovem, I. A. S., tem passagens por tráfico de drogas e porte ilegal de arma. Segundo a polícia ele também participou do homicídio, mas o jovem alegou que estava no local para tentar controlar os envolvidos que teriam se desentendido.


Crime

De acordo com informações da polícia, Rogerys Junio Gonzaga dos Reis foi abordado pelos suspeitos quando chegou no bairro Parque São João, em Contagem, para buscar a namorada. O grupo questionou o motivo de ele não estar com o farol baixo e com a luz interna acesa - atitude que é de praxe dos moradores.


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Reis se apresentou como policial e continuou o trajeto. Porém, ao voltar para deixar a namorada em casa mais tarde, ele foi novamente abordado, como explica o tenente Marcelo Pery, da Polícia Militar.

— Esse indivíduo juntamente com os comparsas fizeram uma emboscada e executaram o policial no interior do carro.

O carro em que estavam foi cercado pelos suspeitos que atiraram várias vezes. Dois tiros acertaram o Reis. O militar reagiu e atingiu um dos criminosos, que mesmo ferido conseguiu fugir. Nada foi levado do policial morto, nem mesmo a arma.

I. L. S. N. alegou à polícia que confundiu o militar com um membro de grupos de tráfico rivais, mas a versão não convenceu a corporação. 

— Há que salientar que o depoimento de todas as outras testemunhas nos diz que o policial foi morto por ter se identificado como militar.

Fuga

Após o crime I. L. S. N. e a namorada fugiram de Contagem e se esconderam na zona rural da cidade de Caeté, na Grande BH. Eles foram reconhecidos por testemunhas e presos.

Além de I. L. S. N., N. S. B. e I. A. S., dois adolescentes de 16 e 17 anos foram apreendidos. Eles não participaram do homicídio, mas teriam aceitado guardar a arma usada no crime. A pistola calibre 380 usada no assassinato estava sem munição e foi encontrada dentro de um filtro na casa de um dos adolescentes.

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