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TJ nega recurso e agrava pena para caseiro de goleiro Bruno

Elenilson da Silva cumpriria regime aberto, mas vai para o semiaberto por ser reincidente

Minas Gerais|Do R7

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Elenilson (de boné) e Wemerson foram condenados por participar do sequestro do filho de Eliza Samudio
Elenilson (de boné) e Wemerson foram condenados por participar do sequestro do filho de Eliza Samudio

O Tribunal de Justiça determinou nesta quarta-feira (7) que Elenílson Vítor da Silva, caseiro do sítio do goleiro Bruno onde Eliza Samudio foi mantida refém, cumpra pena em regime semiaberto porque não é réu primário. Elenílson foi condenado a três anos e dois meses de detenção em regime aberto pelo sequestro de Bruno Samudio, filho de Eliza e Bruno, mas o Ministério Público recorreu porque ele é reincidente.

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A 4ª Câmara Criminal do TJMG acatou o recurso e determinou que ele passe a dormir na prisão durante o cumprimento da pena. Normalmente, condenados a menos de quatro anos conseguem a fixação da pena em regime aberto, mas os desembargadores consideraram que a reincidência o prejudicou neste caso.

O motorista de Bruno, Wemerson Marques de Souza, o Coxinha, teve a pena mantida pelo TJMG. Ele recebeu condenação de dois anos e seis meses em regime aberto pelo mesmo crime e tentava anular o julgamento ou diminuir a pena.


O desembargador Doorgal Andrada rejeitou anular o júri, por considerar que não houve falhas em sua realização, e decidiu que a pena de Wemerson e Elenílson "foi fixada em patamar adequado e suficiente à reprovação do ilícito".

Entenda o caso


Na época do sumiço de Eliza Samudio, Elenílson era caseiro do sítio do goleiro em Esmeraldas, na Grande BH, onde a modelo foi mantida em cárcere privado antes de ser levada para a morte. Ele também é considerado primo de criação de Luiz Henrique Romão, o Macarrão, condenado a 15 anos pelo sequestro e homicídio triplamente qualificado de Eliza. Segundo denúncia do Ministério Público, Elenílson admitiu ter participado do cativeiro ao levar comida para a modelo e o filho dela.

Coxinha era motorista de Bruno e também integrava o "100%", time de várzea bancado pelo ex-goleiro do Flamengo. Ele teria acompanhado a ex-mulher de Bruno, Dayane Rodrigues, quando ela levou Bruninho do sítio para ser escondido, sob outro nome, em Ribeirão das Neves, também na região metropolitana.

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