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TSE nega cassação de mandato de Fernando Pimentel

Pedidos são referentes a supostas irregularidades durante a corrida eleitoral de 2014; ministro alega que trata-se apenas de “irregularidade formal”

Minas Gerais|Pablo Nascimento, do R7, com RecordTV Minas

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Para Fachin, não houve irregularidades na campanha
Para Fachin, não houve irregularidades na campanha

Em decisão unânime, os ministros do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) negaram dois recursos que pediam a cassação do mandato do atual governador de Minas, Fernando Pimentel, do PT.

O ministro Edson Fachin, relator dos processos, entendeu que as irregularidades apontadas não foram comprovadas. Os pedidos foram apresentados pela coligação Todos por Minas, que apoiava o adversário de Pimentel no pleito de 2014, quando ele foi eleito.


No primeiro pedido, eles alegam que irregularidade na arrecadação e nos gastos da campanha e extrapolação do limite de despesas permitido. Para Fachin, a situação não passou de “irregularidade formal”.

No outro recurso apresentado pela legenda, Pimentel foi acusado de aproveitar a participação em eventos oficiais do Governo Federal, quando ele era Ministro do Desenvolvimento, para fazer campanhas em cidades mineiras.


O petista está nos seus últimos dias de Governo, já que perdeu a reeleição para o candidato do Novo, o empresário Romeu Zema.

Nesta quarta-feira (5), o TCE (Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais) suspendeu o julgamento da prestação de contas do político. O conselheiro Durval Ângelo, indicado ao cargo pelo governador pediu vistas do processo. Com isso, as contas podem ser avaliadas apenas no ano que vem, já no novo Governo.

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