Chevrolet Sonic RS ou Premier? O que muda entre as duas versões do novo SUV
Além do apelo diferente de acabamento, RS vem mais equipado por dois detalhes

O Chevrolet Sonic 2027 chegou ao mercado brasileiro em duas configurações: Premier e RS. O R7-Autos Carros cobriu o lançamento do SUv rival do Fiat Pulse, Renault Kardian e Volkswagen Tera e conseguiu comparar as duas versões do Chevrolet lado a lado.

Embora compartilhem a mesma mecânica, pacote de segurança e plataforma, as versões apostam em propostas diferentes para atrair públicos distintos.

Enquanto a Premier tenta entregar uma experiência mais sofisticada, com acabamento voltado ao conforto e aparência mais elegante, a RS aposta em visual esportivo e alguns equipamentos exclusivos voltados à conveniência. A diferença de preço entre elas é de R$ 6 mil: R$ 129.990 na Premier e R$ 135.990 na RS.
Motor e desempenho são exatamente iguais
Quem espera mais potência na RS vai se decepcionar. As duas versões utilizam o mesmo motor 1.0 turbo flex de três cilindros com cerca de 115 cv e torque próximo de 18,9 kgfm, sempre associado ao câmbio automático de seis marchas. A calibração também é a mesma. Não há diferenças de aceleração, velocidade máxima ou consumo entre as duas configurações.

O Sonic mantém uma proposta voltada ao uso urbano e ao conforto, priorizando respostas progressivas e eficiência no dia a dia.

Painel, multimídia e ADAS são iguais
A Chevrolet não criou diferenças tecnológicas entre Premier e RS. As duas versões trazem painel digital de 8 polegadas integrado à central multimídia de 11 polegadas, conexão sem fio para Android Auto e Apple CarPlay, Wi-Fi embarcado, carregador por indução e sistema OnStar.

O mesmo acontece com a segurança. Premier e RS contam com seis airbags, frenagem autônoma de emergência, alerta de ponto cego, assistente ativo de permanência em faixa e pacote ADAS semelhante ao utilizado pelo Tracker. Fica só faltando o controle de cruzeiro adaptativo que não é oferecido em nenhuma das versões.

O que muda na versão RS
A RS é a configuração mais cara da linha e adiciona alguns itens exclusivos. O principal destaque é o Easy Park, sistema que esterça automaticamente o volante durante manobras de estacionamento em vagas paralelas ou perpendiculares. O motorista continua responsável pelo acelerador e pelo freio, mas a direção é controlada pelo veículo.

Outro diferencial é o acendimento automático do farol alto, recurso ausente na Premier.

No visual, a RS recebe:
* Teto biton em preto
* Rack de teto preto
* Retrovisores em preto brilhante
* Bancos Jet Black
* Cintos vermelhos
* Detalhes externos escurecidos
* Sensores de estacionamento dianteiros e traseiros

A proposta é aproximar o Sonic da identidade esportiva já utilizada pela Chevrolet em modelos como Onix RS e Tracker RS.
O que a Premier oferece
A Premier não perde equipamentos essenciais para a RS. Na prática, ela mantém todo o conjunto mecânico, conectividade e segurança do SUV, mas aposta em um ambiente interno mais claro e sofisticado.

Segundo a Chevrolet, a configuração utiliza combinação de tons cinza e preto no acabamento, além de detalhes cromados externos para transmitir uma proposta mais refinada.

Os bancos com espuma de maior densidade e acabamento premium também permanecem presentes. Para quem não faz questão do visual esportivo ou do assistente automático de estacionamento, a Premier acaba entregando praticamente a mesma experiência por um valor menor.

Qual vale mais a pena?
A resposta depende mais do perfil do comprador do que do equipamento. A Premier aparece como a escolha mais racional da gama. Ela preserva motor, tecnologia, pacote ADAS, multimídia e conectividade da RS, custando R$ 6 mil a menos.
Já a RS faz sentido para quem valoriza aparência mais esportiva e quer recursos como Easy Park e farol alto automático. O sistema de estacionamento é justamente o item que mais diferencia as duas versões no uso diário.
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