Citroën C3 na Europa: o que eles têm que nós não temos?
Versões de entrada têm o motor 1.2 Puretech

A Citroën acaba de divulgar a chegada do novo C3 ao mercado europeu. Diferentemente do mercado nacional, onde a Citroën tem a pretensão de ser uma marca de volume, no Velho Continente o C3 é um compacto igualmente nivelado aos seus concorrentes. Mas o que os europeus têm que nós na América do Sul não temos?

O Citroën C3 europeu difere do modelo feito em Porto Real/RJ. Os DRLs são distintos, apresentando uma espécie de “L”, e os faróis ficam abaixo da linha do capô. A dianteira possui um perfil reto, com um grande logo da Citroën no topo. Na traseira, há duas peças, mas são unidas por uma faixa única, semelhante ao que ocorre com o nosso C3 Aircross.

Por dentro, o C3 europeu apresenta uma linha de painel horizontal com um pequeno painel digital, espuma de poliuretano especial e uma multimídia de 10,2 polegadas, que inclui frenagem automática de série, ar condicionado manual e sensor de estacionamento.
Além disso, na versão de entrada, o Citroën C3 europeu ainda oferece um suporte de celular (sem multimídia), faróis halógenos com DRL em LED e bancos traseiros com rebatimento único. Já na versão mais completa, os bancos traseiros possuem peça dividida para rebatimento 60:40.

As versões de entrada têm o motor 1.2 Puretech, que foi oferecido por um tempo no Brasil, mas agora, com turbocompressor, entregando 100cv e 20,9kgfm de torque. Um sistema híbrido leve será oferecido em breve. Há opção de câmbio manual ou automático de seis marchas.

Por aqui, no C3, temos o motor 1.0 Firefly de três cilindros, utilizado no Fiat Argo e Pulse, além do Peugeot 208, nos modelos de entrada. No C3 brasileiro, quem quiser um motor maior irá optar pelo 1.6 aspirado, com câmbio automático de seis marchas, motor que saiu de linha há anos na Europa.















