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Gigante nos EUA, F-150 híbrida chega à América do Sul começando pela Argentina por R$ 562 mil

Modelo combina motor a combustão e elétrico para economizar combustível e tem chances de desembarcar por aqui neste ano

Autos Carros|Do R7

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Dianteira conta com uma ampla grade frontal no formato retangular
Dianteira conta com uma ampla grade frontal no formato retangular

Dos mais de 15 milhões de veículos vendidos nos Estados Unidos em 2021 boa parte deles são pickups. E a F-Series é o veículo mais vendido neste mercado com nada menos que 787 mil unidades licenciadas por lá. Dentro da realidade sulamericana, a F-Series acaba de chegar à Argentina em uma versão híbrida pelo equivalente a R$ 562 mil.

Claro que a nossa realidade é muito mais discreta mas tendo em vista o lançamento da RAM 1500 e 3500 com sucesso no mercado nacional (todas as unidades foram esgotadas) e o possível lançamento da Chevrolet Silverado por aqui, a Ford bem que poderia representar o segmento de utilitárias de grande porte com a F-150.


No mercado Argentino ela está à venda nesta versão híbrida combinando uma solução mecânica inédita
No mercado Argentino ela está à venda nesta versão híbrida combinando uma solução mecânica inédita

No mercado Argentino ela está à venda nesta versão híbrida combinando uma solução mecânica inédita. Trata-se do motor HEV Powerboost que combina o V6 3.5 bi-turbo com um motor elétrico de 47 cv, somando nada menos que 436 cv e um torque de 78,7 kgfm. A bateria de 1,5 kWh alimentada durante o uso do motor a combustão apenas para reduzir o consumo mas de forma contínua e combinada com transmissão automática de 10 velocidades e tração 4x4.

Mesmo sem entrar em muitos detalhes técnicos a apresentação da Ford para o mercado argentino mostrou que o motor híbrido é até 30% mais econômico que a versão a combustão. Bem conectada, a F-150 traz itens como condução semiautônoma, multimídia com espelhamento sem fio, sistema integral de câmeras de monitoramento entre outros itens seguindo a mesma versão equivalente vendida nos EUA (onde ela é produzida).


O estilo tradicional da F-150 segue a receita norteamericana das linhas retas mas com algumas modificações do último facelift
O estilo tradicional da F-150 segue a receita norteamericana das linhas retas mas com algumas modificações do último facelift

O estilo tradicional da F-150 segue a receita norteamericana das linhas retas mas com algumas modificações do último facelift que traz farois em LED com o "C" invertido, já usado em outros modelos como a Maverick já apresentada por aqui.

No mercado argentino há um mecanismo de desconto de impostos para produtos importados que tenham produção nacional o que ajuda a reduzir os tributos. Mesmo assim por R$ 562 mil ela é um dos modelos mais caros do mercado vizinho já bastante combalido pelo crescimento negativo e inflação que bateu os 50% em 2021.


Será que ela vem para cá?

Primeiro vale considerar que o mercado argentino sempre teve fartas opções de pickups, diferente do mercado brasileiro. A linha RAM por exemplo sempre foi vendida para os hermanos, com bastante sucesso, bem como a própria Silverado. Há um mercado restrito por aqui para esse tipo de utilitário classificado como modelo de luxo e hoje já na casa do meio milhão de reais.

Por ser uma pick-up com peso bruto total abaixo de 3,5 toneladas, qualquer pessoa com habilitação da CNH do tipo B pode dirigir
Por ser uma pick-up com peso bruto total abaixo de 3,5 toneladas, qualquer pessoa com habilitação da CNH do tipo B pode dirigir

Se este segmento acelerar, além da linha RAM que teve seu lote esgotado para o Brasil em pouco tempo, além da Silverado a F-150 poderá concorrer até mesmo com a Toyota Tundra que já foi registrada no Brasil há algumas semanas. A Ford promete uma onda de lançamentos para o mercado nacional sendo que oito novos produtos foram anunciados em 2020 e até agora chegaram Bronco, Territory, Ranger Black e Maverick, com uma boa margem para mais algumas novidades para o nosso mercado neste novo momento do mercado para a marca.

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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