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Saiba como crianças pequenas podem estar em risco mesmo em áreas comuns dos condomínios

Riscos invisíveis e falta de maturidade podem colocar a segurança dos pequenos em jogo

Dr. Piterson Gomes|Dr. Piterson GomesOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Crianças pequenas, como as de 4 anos, não têm maturidade para identificar perigos em áreas comuns de condomínios.
  • Garagens, piscinas, elevadores e escadas representam riscos significativos para crianças desacompanhadas.
  • Condomínios devem seguir regulamentos internos que podem exigir acompanhamento de responsáveis para crianças menores.
  • É essencial comunicar responsáveis e tomar medidas quando crianças são encontradas sozinhas em situações perigosas.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

É comum encontrar crianças brincando e circulando pelas áreas comuns dos condomínios. E isso faz parte da vida em comunidade. O problema é quando estamos falando de uma criança de apenas 4 anos andando completamente sozinha pelo prédio.

Nessa idade, a criança ainda não possui maturidade para identificar muitos perigos. Uma garagem aparentemente tranquila pode receber um veículo a qualquer momento. Uma piscina pode parecer apenas uma brincadeira. Elevadores, escadas, portões e até áreas técnicas também podem representar riscos sérios.


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Não existe uma regra nacional única dizendo que toda criança com menos de determinada idade está automaticamente proibida de circular pelas áreas comuns. Por isso, é fundamental verificar a convenção e o regulamento interno. Muitos condomínios estabelecem regras específicas, exigindo acompanhamento de responsáveis para crianças menores.

Mas existe algo ainda mais importante do que discutir idade: o risco concreto. Se o síndico ou os funcionários encontram uma criança de 4 anos sozinha em uma garagem, próxima à piscina ou em outra situação perigosa, não é razoável simplesmente olhar para o outro lado e pensar: “O problema é dos pais.”


O condomínio deve comunicar os responsáveis, registrar situações recorrentes e adotar as providências previstas nas regras internas. Dependendo da gravidade e da repetição da situação, outras medidas podem ser necessárias para preservar a segurança da própria criança.

Criança precisa brincar, correr e aproveitar o condomínio. Ninguém está defendendo transformar o prédio em um quartel. Mas liberdade precisa ser compatível com a idade e com os riscos existentes.


Porque uma coisa é uma criança brincar no condomínio. Outra, completamente diferente, é uma criança de 4 anos ficar sozinha em locais onde poucos segundos de distração podem terminar em uma tragédia.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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