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Síndico de férias: é justo criticar a ausência do gestor do condomínio?

Muita gente parece esquecer que o síndico administra o condomínio, mas não mora dentro da portaria nem está de plantão 24 horas por dia

Dr. Piterson Gomes|Dr. Piterson GomesOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Moradores frequentemente reclamam quando o síndico viaja ou tira folga, interpretando isso como falta de comprometimento.
  • Síndicos têm direito a uma vida pessoal e descanso, desde que a administração do condomínio continue funcionando adequadamente.
  • Com a tecnologia, síndicos podem gerenciar o condomínio remotamente, garantindo que tudo esteja sob controle mesmo à distância.
  • Problemas surgem quando a ausência do síndico se transforma em abandono, comprometendo a gestão e suporte administrativo do condomínio.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

É comum surgir reclamação quando moradores descobrem que o síndico viajou, foi para a praia ou passou alguns dias descansando com a família. Para alguns, a simples ausência física já é interpretada como falta de comprometimento com a gestão.

Mas a realidade não funciona dessa forma. Síndicos também possuem vida pessoal, família, compromissos particulares e direito ao descanso.


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Viajar ou se ausentar temporariamente não significa abandono da função, desde que a administração continue funcionando normalmente.

O que realmente importa é se o condomínio permanece organizado durante a ausência. Funcionários continuam trabalhando? As demandas estão sendo acompanhadas? Existe alguém responsável por situações emergenciais? Se a resposta for positiva, não há qualquer irregularidade.


Hoje, a tecnologia permite que grande parte da gestão seja acompanhada remotamente. Muitos síndicos resolvem problemas, autorizam serviços, participam de reuniões e acompanham ocorrências mesmo estando fora da cidade.

O problema surge quando a ausência se transforma em abandono. Se o síndico desaparece, não responde a emergências, ignora problemas relevantes ou deixa o condomínio sem qualquer suporte administrativo, aí sim pode existir falha na gestão.


Uma coisa é tirar férias ou aproveitar um final de semana de descanso. Outra completamente diferente é deixar de cumprir as responsabilidades para as quais foi eleito ou contratado.

No fim, a pergunta é simples: o síndico precisa provar comprometimento ficando preso ao condomínio todos os dias do ano... ou o que realmente importa é a qualidade da gestão, esteja ele no condomínio ou na praia?

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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