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Descubra a riqueza dos vinhos italianos: 20 territórios e um mundo de sabores

O país oferece um universo de vinhos que parece impossível de esgotar

Mundo Agro|Fabi GennariniOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Itália possui 20 regiões produtoras de vinho, cada uma com características únicas que refletem na diversidade de vinhos oferecidos.
  • A combinação de uvas autóctones, microclimas variados e solos diversos contribui para a riqueza dos vinhos italianos.
  • A 5ª edição do I Love Italian Wines promove a diversidade do vinho italiano no Brasil, passando por várias cidades, como Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo e Curitiba.
  • O evento oferece oportunidades para consumidores e profissionais do vinho descobrirem novos produtos e tendências, além de ampliar o portfólio de vinícolas no Brasil.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A Itália e seus infinitos terroirs Foto: Arquivo pessoal

Falar de vinho é, inevitavelmente, falar de território e de legado. Mas a diversidade da vitivinicultura italiana a torna especial.

São 20 regiões produtoras, cada uma com características próprias, histórias, tradições e uma identidade que chega à taça.

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É essa combinação entre as uvas autóctones de cada território, as variedades internacionais cultivadas no país, os diferentes microclimas e a diversidade de solos que explica por que o vinho italiano conquistou o mundo.

“Do calcário ao vulcânico, do frio ao quente, das planícies às montanhas, dos ventos e da umidade marítima às regiões mais secas, essa combinação se traduz naturalmente na taça”, disse Ronaldo Padovani, coordenador do setor agroalimentar do ITA (Italian Trade Agency).

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Milena Del Grosso, Ronaldo Padovani, Roberto Baggio e Matteo Zoppas Foto cedida: Gladstone Campos

Não são apenas os elementos naturais que ajudam a construir essa diversidade. Os métodos de produção também variam, passando da mecanização ao trabalho manual e preservando técnicas e conhecimentos transmitidos ao longo de gerações.

O resultado é uma variedade impressionante de estilos e expressões.

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Há brancos minerais e frescos, tintos encorpados e complexos, espumantes clássicos e vinhos que revelam toda a influência do tempo, da madeira e do envelhecimento.

Para o consumidor brasileiro, esse patrimônio representa um convite permanente à descoberta.

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“O consumidor brasileiro gosta de novidades, e o patrimônio vitivinícola italiano oferece um universo de descobertas. Nem o enófilo mais dedicado conseguiria esgotar”, disse Padovani.

E talvez seja justamente isso que me deixa cada vez mais fascinada pelo universo do vinho italiano.

O Mundo Agro participou do evento que antecede a etapa em São Paulo Foto cedida: Gladstone Campos

Há rótulos para diferentes paladares. Dos vinhos mais leves e frescos aos exemplares mais estruturados, com passagem por barrica e longo potencial de envelhecimento.

E a oportunidade de novos mercados está na diversidade que o país tem para oferecer.

A 5ª edição do I Love Italian Wines, iniciativa da ICE – Agência para a Promoção no Exterior e a Internacionalização das Empresas Italianas, em parceria com as feiras Vinitaly e Wine South America, reúne 56 expositores e cerca de 600 rótulos. Depois de passar por Brasília, o roadshow chega hoje ao Rio de Janeiro e, na sequência, desembarca em São Paulo, no dia 16, e em Curitiba, no dia 18.

“É uma oportunidade para descobrir novos produtos, ampliar o portfólio, antecipar tendências e ter contato direto com vinícolas que buscam representação no Brasil”, destacou Padovani.

A programação paulistana terá duas masterclasses conduzidas por Jorge Lucki — o meu professor e amigo, que conheci durante a viagem para Cortina D’Ampezzo com a ITA —, um dos maiores críticos de vinhos do Brasil e membro da Académie Internationale du Vin.

Em São Paulo, o roadshow terá a presença de Milena Del Grosso, diretora da Agência ICE para o Brasil, e de Marcos Milaneze, diretor da Milanez & Milaneze, responsável pela realização da Wine South America — evento que tive o prazer de prestigiar neste ano, em Bento Gonçalves (RS).

Para quem trabalha com vinhos, a iniciativa representa a possibilidade de encontrar novos produtores, ampliar o portfólio e identificar tendências.

Mas, para mim, que estou do outro lado da taça e atrás de histórias, é uma oportunidade única.

Porque a Itália não cabe em uma garrafa.

E o encanto está justamente aí. Como Padovani sempre reitera, na Itália, sempre existe mais um vinho para descobrir.

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