Saiba por que Cármen Lúcia antecipou sua saída do TSE
Mandato de Cármen como presidente do TSE terminaria em junho, mas ela agilizou transição para Nunes Marques conduzir as eleições
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A presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministra Cármen Lúcia, vai antecipar o fim de seu mandato no comando da corte.
A decisão da magistrada visa garantir mais tempo ao sucessor, ministro Kassio Nunes Marques, na condução das eleições de 2026, marcadas para outubro.
“Considerando que, em 3 de junho, sobrariam pouco mais de 100 dias [para o pleito] e tendo em vista o enorme trabalho que tenho a realizar no STF, decidi, em vez de deixar para o último dia, iniciar agora a eleição dos novos dirigentes”, declarou a ministra, que poderia permanecer no cargo até 3 de junho.
A votação simbólica para a eleição dos novos comandantes do TSE ocorrerá no próximo dia 14, e a posse está prevista para maio. A vice-presidência da corte ficará com o ministro André Mendonça.
O período de Cármen como ministra do TSE vai até agosto, mas ela pode escolher também antecipar a saída definitiva do tribunal. Quando isso ocorrer, ela será substituída por Dias Toffoli.
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