PGR avalia se delação de Maurício Camisotti pode ser homologada
Depoimento passa pelo crivo da Procuradoria antes de retornar ao STF; empresário é apontado como operador de fraudes no INSS
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O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) André Mendonça enviou à PGR (Procuradoria-Geral da República) a delação do empresário Maurício Camisotti, após ele admitir envolvimento no esquema de descontos irregulares em benefícios do INSS.
Preso desde setembro do ano passado, ele prestou os primeiros depoimentos no âmbito da negociação, que marca a primeira colaboração formal da Operação Sem Desconto, responsável por apurar as fraudes.
Agora, a PGR analisa o conteúdo para verificar se há omissões ou se o acordo preenche os requisitos para homologação. Após a análise, o material é devolvido ao ministro do Supremo.
Essa etapa é fundamental para que os termos tenham validade jurídica e passem a produzir efeitos no processo. Até que isso ocorra, as informações prestadas permanecem sob avaliação da corte.
Cobranças sem autorização
De acordo com as investigações, o esquema envolvia empresas e entidades que realizavam cobranças diretamente nos benefícios de aposentados e pensionistas — muitas vezes sem autorização —, gerando prejuízos em larga escala.
Camisotti é apontado como um dos principais operadores ou beneficiários desse esquema, que teria movimentado valores bilionários ao longo dos anos.
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