O manifesto do PT de Minas depois do ‘não’ de Pacheco
Partido avalia nomes e fortalece ex-reitora da UFMG, Sandra Goulart, como opção viável
R7 Planalto|Edis Henrique Peres, do R7, em BrasíliaOpens in new window e Amanda Almeida, do R7, em Brasília
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Depois do “não” de Rodrigo Pacheco a Geraldo Alckmin, o PT de Minas deve lançar um manifesto defendendo que o partido tenha candidatura própria no estado.
A ideia é seguir com as conversas sobre eventual composição com outros pré-candidatos, como o ex-prefeito Alexandre Kalil (PDT) e o ex-vereador Gabriel Azevedo (MDB).
Mas, depois da longa negociação com Pacheco, o partido quer ter a segurança de ter um nome garantido como possibilidade de candidatura no estado.
Da própria legenda, estão descartados os nomes da ex-prefeita de Contagem, Marília Campos, e do deputado federal Reginaldo Lopes. A avaliação é que ambos têm alto potencial de vitória nas disputas pelo Senado e pela Câmara, respectivamente, e é melhor mantê-los como aposta a esses cargos.
Com esse cenário, tem ganhado força o nome da ex-reitora da UFMG, Sandra Goulart. Na defesa dessa candidatura, interlocutores do partido dizem que a universidade é forte no estado e ela tem resultados a apresentar como ex-reitora.
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