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Governo lida com pressão de caminhoneiros na véspera de novo tarifaço

Ameaça de greve mobiliza Planalto por negociação e pode condicionar vetos de Lula

R7 Planalto|Lis Cappi, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O governo Lula enfrenta pressão dos caminhoneiros, que ameaçam greve caso o piso mínimo do frete não seja votado no Senado.
  • Os caminhoneiros visam o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para pautar a medida, enquanto o Planalto negocia possíveis vetos com Lula.
  • O objetivo é resolver o impasse sem nova votação na Câmara dos Deputados, evitando que a pauta perca validade.
  • Paralelamente, o governo aguarda a decisão dos EUA sobre a possível imposição de uma tarifa adicional de 25% sobre o Brasil.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Caminhoneiros pressionam para votação de MP do piso mínimo do frete Tânia Rêgo/Agência Brasil - Arquivo

O governo do presidente Lula lida com a pressão de caminhoneiros, que ameaçam fazer greve caso a demanda ligada ao piso mínimo do frete não entre na pauta de votações do Senado, enquanto aguarda pela decisão dos Estados Unidos sobre novas tarifas ao Brasil.

As duas frentes mobilizam o Planalto e dividem atenções ao longo desta terça-feira (14). Motoristas dizem que vão fazer uma paralisação maior do que em 2018 se não conseguirem aprovação final do Congresso.


A pressão tem como alvo o presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Os caminhoneiros querem que ele paute a medida. As negociações passaram pelo Planalto. O governo escalou líderes para negociar a medida junto a Alcolumbre e trabalha com a possibilidade de que Lula aceite vetar trechos que não atendam uma ala do Senado.

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Os pontos estiveram na mesa de negociação entre governistas e Alcolumbre. Aliados do Planalto consideram que o presidente pode vetar trechos que não alcancem consenso.


A ideia é resolver o impasse sem que o texto precise de uma nova votação entre deputados. A avaliação, nesse cenário, é de que falta tempo para uma nova análise do plenário e risco de que a medida deixe de valer.

O governo lida com a expectativa antes da decisão dos EUA ligada ao tarifaço. Os Estados Unidos podem impor uma taxa adicional de 25% do Brasil. O Planalto tem negociado para segurar as taxas, mas trabalha com o cenário de que o valor adicional deve passar a valer.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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