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Selic: guerra no Oriente Médio contribui para 'cenário cauteloso na decisão dos bancos centrais'

Copom decide nesta quarta-feira (18) se encerrará o ciclo de alta da taxa básica de juros

Jornal da Record News|Do R7

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O conflito no Oriente Médio, que já mostrou os primeiros reflexos na economia com a alta no preço do barril de petróleo, somado às incertezas trazidas pelas novas políticas tarifárias dos Estados Unidos, “está contribuindo para um cenário mais cauteloso na decisão dos bancos centrais”, segundo o economista Rogério Mauad, especialista em mercado financeiro da Fipecafi (Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras).

Nesta quarta-feira (18), o Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central deve se reunir para definir a nova taxa básica de juros, a Selic. A expectativa de analistas do setor é de que o patamar atual de 14,75% será mantido e só recuará no final do ano.

Em entrevista ao Jornal da Record News, Mauad explica que a situação externa potencializa os riscos do avanço da inflação no Brasil. Em contrapartida, esse posicionamento mais preventivo também afeta os bancos centrais de outros países, como o FED (Federal Reserve), dos EUA.

“O mercado também espera que o FED mantenha as taxas de juros entre 4,25 e 4,5% ao ano. Ou seja, é um cenário de cautela tanto interno quanto internacional. Nós temos ali as expectativas de inflação ainda estão altas. Ninguém sabe quanto tempo esse conflito [no Oriente Médio] poderá durar”, afirma.

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