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Comparsas teriam recebido R$ 500 mil para forjar atentado contra ex-prefeito de Taboão da Serra

Em delação premiada, Gilmar Santos afirmou que José Aprígio pagou pela recompensa e pela arma do crime

News das 19h|Do R7

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Em delação premiada à Justiça, um dos atiradores presos pelo falso atentado contra José Aprígio, ex-prefeito de Taboão da Serra, no interior de São Paulo, disse que ele e outros três comparsas dividiram R$ 500 mil para simular o ataque. De acordo com Gilmar Santos, o próprio Aprígio teria oferecido a recompensa e comprado a arma utilizada no crime, que custou R$ 85 mil. Ele ainda afirmou que o objetivo seria dar apenas um “susto” para chamar a atenção e dar visibilidade ao candidato à reeleição.

O delator contou que ele e o comparsa Odair Júnior Santana atiraram no carro em que estavam Aprígio e outras três pessoas da comitiva, e depois decidiram queimar o veículo que usaram em Osasco, na região metropolitana. As conversas entre os executores e os mandantes teriam sido feitas por meio de telefonemas de interlocutores — Anderson da Silva Moura e Clovis Reis de Oliveira. O ex-prefeito nega todas as acusações.

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