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Aumenta número de escolas públicas que terão vacinação e ações de orientação à saúde

Ministério da Saúde vai destinar R$ 89 milhões às ações

Saúde|Do R7

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Ministros da Saúde, Ricardo Barros, e da Educação, Mendonça Filho, anunciam novo edital de programa
Ministros da Saúde, Ricardo Barros, e da Educação, Mendonça Filho, anunciam novo edital de programa

O Governo Federal lança nesta terça-feira (25) um novo edital do PSE (Programa Saúde na Escola) que aumenta o número de escolas públicas com acesso a vacinação e iniciativas de orientação à saúde. Atualmente, o programa está em 79 mil escolas e atinge, aproximadamente, 18 milhões de alunos. A partir de agora, a expectativa é que a ação alcance 144 mil escolas.

A nova Portaria, assinada pelos Ministros da Saúde, Ricardo Barros, e da Educação, José Mendonça Filho, estabelece doze ações a serem cumpridas pelos gestores por dois anos. No novo modelo, estudantes terão atualização do calendário vacinal e ações de promoção à saúde, como prevenção à obesidade, cuidados com a saúde bucal, auditiva e ocular, combate ao mosquito Aedes aegypti, incentivo à atividade física e prevenção de DST/Aids.


Para realizar as ações, o Ministério da Saúde destinará R$ 89 milhões por ano. O período de adesão acontece entre os dias 2 de maio e 14 de junho. A iniciativa conta com o envolvimento de mais de 32 mil equipes da atenção básica, distribuídas em 4.787 municípios. A nova portaria também altera a forma de repasse, que antes era feito em duas parcelas e agora passará a ser pago em parcela única. O ciclo de adesão será de dois anos, com liberação dos recursos a cada 12 meses.

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O ministro da Saúde, Ricardo Barros, enfatizou a importância da medida.


— O Governo é um único serviço à disposição da sociedade e temos que integrar para dar mais segurança, qualidade, acesso às pessoas. Essa articulação de saúde e educação possibilita mais controle com relação à alimentação nas escolas, com orientação sobre a obesidade, regularização vacinal, além de ações de saúde auditiva, visual, bucal, mental.

O ministro da Educação, Mendonça Filha, expressou seu apoio à parceria.


— É um grande avanço em respeito às políticas públicas de saúde, dirigidas especialmente às crianças e jovens do ensino público e, ao mesmo tempo, atende às necessidades dos professores. A integração de saúde e educação tem repercussão direta na vida dessas crianças e jovens.

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