Farmácias e drogarias são autorizadas a aplicar vacinas em SP
Estabelecimentos da capital paulista deverão ter cadastro específico e irão passar por inspeção sanitária para realizar o serviço; vacina será cobrada
Saúde|Do R7

As farmácias e drogarias vão passar a integrar a rede de locais para vacinação na cidade de São Paulo. Segundo a Secretaria Municipal da Saúde, as unidades poderão ser cadastradas no Cadastro Nacional dos Estabelecimentos de Saúde (CNES) para ter o licenciamento sanitário para realizar o serviço de imunização.
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A capital já conta com a lei municipal nº 16.739/2017, que regulamenta a aplicação das vacinas nesses estabelecimentos. A pasta informou que houve uma mobilização da secretaria com o Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo (CRF-SP) e da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) para viabilizar o cadastramento junto ao Ministério da Saúde.
"Hoje, há no município cerca de 5 mil estabelecimentos e a expectativa é de que aquelas farmácias e drogarias interessadas em realizar a atividade de vacinação possam ser licenciadas e iniciar brevemente o atendimento", informa a secretaria.
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O cadastro no CNES é fundamental para que esses estabelecimentos possam acessar o Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunização (SI-PNI) e computar as doses aplicadas. "É importante ressaltar que se trata de uma opção para quem deseja se vacinar. O atendimento disponibilizado nestes locais é particular", informa a pasta.
A análise e a concessão das licenças sanitárias para que o serviço seja realizado em farmácias e drogarias serão feitas pela Coordenadoria de Vigilância em Saúde (Covisa). Além do preenchimento de formulários e entrega de documentos, os estabelecimentos vão passar por inspeção sanitária.
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A poliomielite também é chamada de paralisia infantil. É uma doença causada por um vírus que vive no intestino e pode afetar o sistema nervoso, levando à paralisia irreversível dos braços ou das pernas. O último caso registrado no Brasil aconteceu em 1990, mesmo assim, é importante vacinar as crianças para que o vírus não volte a circular no país.O calendário nacional de vacinação prevê que os bebês recebam cinco doses da vacina. As duas primeiras, aos 2 e aos 4 meses de idade, são aplicadas com uma injeção. As outras duas, aos 6 meses, 15 meses e 4 anos, são por via oral, as famosas gotinhas





















