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Maduro pede fim "dos ataques e os rumores" sobre Hugo Chávez

Saúde|Do R7

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Caracas, 1 mar (EFE).- O vice-presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, pediu nesta sexta-feira a cessação dos "ataques e rumores" sobre o presidente Hugo Chávez, que "está batalhando por sua saúde". "Parem com os ataques contra o comandante, cessem os rumores, basta de estar utilizando uma situação que é delicada para todos para tentar criar uma desestabilização", disse em um ato público retransmitido em cadeia nacional obrigatória para rádio e televisão. Maduro faz referência às versões de que Chávez, que está internado em um hospital de Caracas e nem foi visto e nem ouvido desde 10 de dezembro, se encontra à beira da morte. Essas versões foram divulgadas, ressaltou, "por distintos meios de comunicação", entre os quais mencionou explicitamente o diário "ABC" da Espanha e a emissora "Caracol" da Colômbia, que, segundo disse, tiveram uma "atitude manipuladora". Se estão prestando, acrescentou, a uma "campanha contra a Venezuela, contra a estabilidade de nosso país, mentindo sobre o presidente Chávez". "Sabendo que a situação em todos estes tratamentos sempre é de cuidado, onde é preciso ir pouco a pouco, onde é preciso respeitar o ser humano que está se submetendo a eles", essas versões fazem parte de uma "campanha insana, desumana, detestável de rumores e mentiras", insistiu. Chávez, de 58 anos e desde 1999 no poder, retornou à Venezuela em 18 de fevereiro, após permanecer mais de dois meses em Cuba, onde passou pela quarta cirurgia para tratar um câncer e sofreu complicações no pós-operatório. Poucos dias antes de seu retorno ao país, foram divulgadas fotografias do presidente se tratando em Cuba, acompanhado de duas filhas. Chávez tem no total quatro filhos, três mulheres e um homem. Segundo a versão oficial, Chávez não melhorou da insuficiência respiratória que foi gerada como consequência de uma infecção pulmonar durante o pós-operatório e que o obriga a respirar por uma cânula traqueal. O vice-presidente venezuelano insistiu que Chávez, que retornou após mais de dois meses internado em Cuba, está em uma "etapa complexa e dura" do tratamento. "A burguesia o acossa, o agride permanentemente. Agride suas filhas, seus netos, sua mãe, seu pai. Até onde vão chegar, burgueses?", acrescentou, ao destacar que os membros do Governo informam "permanentemente sobre seu estado de saúde". EFE arv/ff

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