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Bolsa Família: cresce número de beneficiários que conseguem emprego

Programa não é apenas uma rede de proteção social, mas também um instrumento de inclusão produtiva e motor de desenvolvimento econômico

Brasil que Transforma Vidas|R7 Conteúdo e Marca

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Em agosto de 2025, 19,19 milhões de famílias estavam sendo atendidas. O benefício médio no mês foi de R$ 671. Crédito: Roberta Aline/MDS

O Brasil saiu do Mapa da Fome da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO/ONU), conquista histórica que reflete políticas públicas eficazes, como, por exemplo, o Bolsa Família e o Plano Brasil Sem Fome, que combinam transferência de renda, inclusão produtiva e fortalecimento da segurança alimentar.

Referência mundial em programas de transferência de renda e reconhecido em fóruns globais, como o G20 e a Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, o Bolsa Família é hoje uma política de Estado – não é assistencialismo - com foco na proteção da infância, dignidade e superação da pobreza. Em agosto de 2025, 19,19 milhões de famílias estavam sendo atendidas. O benefício médio no mês foi de R$ 671.


Mais do que amparo emergencial, é uma porta de entrada para cidadania e oportunidades, e os números comprovam isso. Em 2024, cerca de 1,3 milhão de famílias deixaram o programa. No primeiro semestre de 2025, o movimento ganhou força: aproximadamente 1 milhão de famílias saíram do Bolsa, sendo 536 mil após completarem os 24 meses da chamada Regra de Proteção, mecanismo que garante transição segura ao mercado de trabalho.

Emprego formal


O avanço também se reflete nos números do emprego formal. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), em 2024, 98% das vagas criadas foram preenchidas por pessoas do CadÚnico; desse total, 1,27 milhão eram beneficiários do Bolsa Família.

Já no 1º semestre de 2025, 80% das novas vagas de trabalho foram ocupadas por inscritos no CadÚnico, sendo 711.987 delas de beneficiários do Bolsa, o equivalente a 58,2% do total. Os dados atestam que o programa não é apenas uma rede de proteção social, mas também um instrumento de inclusão produtiva e motor de desenvolvimento econômico.

Atualmente, famílias com renda per capita mensal de até R$ 218 inscritas no CadÚnico têm direito ao benefício.

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