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Ao vivo: blogueiro preso por bomba em Brasília depõe na CPI da Câmara Legislativa do DF

Wellington Souza estava foragido desde janeiro e foi preso no Paraguai em setembro; ele foi condenado a seis anos de prisão

Brasília|Giovanna Inoue, do R7, em Brasília

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O blogueiro Wellington Macedo de Souza, condenado a seis anos de prisão por tentar explodir uma bomba nos arredores do aeroporto de Brasília, em dezembro de 2022, presta depoimento nesta quinta-feira (5) na CPI da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) (veja no vídeo acima). Macedo estava foragido desde janeiro e foi preso no Paraguai em 14 de setembro.

Os outros dois envolvidos no atentado, George Washington de Oliveira Sousa e Alan Diego dos Santos, já foram ouvidos pela CPI. Alan afirmou que foi a Brasília a passeio e que a bomba não explodiu por ele ter avisado as autoridades. Já Washington ficou em silêncio na maior parte do depoimento.


Wellington Macedo CPMI
Wellington Macedo CPMI Geraldo Magela/Agência Senado

Wellington Souza prestou depoimento na CPMI do 8 de Janeiro, no Congresso Nacional, no último dia 2. Na ocasião, o blogueiro disse que só iria colaborar com os trabalhos do colegiado a partir do momento em que os advogados dele tivessem acesso aos detalhes da acusação.

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Com isso, Wellington resolveu não responder aos questionamentos, medida autorizada por uma liminar do ministro Luís Roberto Barroso.


Relembre o caso

A tentativa de explosão do caminhão aconteceu na véspera do Natal do ano passado. O veículo estava carregado de querosene de aviação e tinha capacidade para 60 mil litros. Porém, o motorista do caminhão-tanque percebeu a presença do artefato explosivo e acionou a polícia.

De acordo com a denúncia do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), Souza encontrou outros dois envolvidos - George Washington de Oliveira Sousa e Alan Diego dos Santos, já condenados e ouvidos pela CPI - no acampamento em frente ao QG do Exército, na capital federal. Eles se uniram para, segundo o MPDFT, cometerem infrações penais que "pudessem causar comoção social a fim de que houvesse uma intervenção militar".


Na condenação, o juiz Osvaldo Tovani afirma que havia uma divisão de tarefas entre o trio. "George conseguiu o artefato explosivo e se encarregou da montagem, enquanto que o acusado [Wellington Macedo] e Alan se responsabilizaram pela colocação no caminhão-tanque."

O juiz também destaca que Macedo buscou Santos no acampamento e dupla circulou por horas. "[Eles] passaram diversas vezes pelo caminhão, o que indica que os autores estavam estudando o melhor local e momento para colocar o artefato explosivo."

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