Câmara do DF aprova criação das regiões administrativas de 26 de Setembro e Ponte Alta
Projetos do Executivo seguem para sanção após aprovação em plenário
Brasília|Luiza Marinho*, do R7, em Brasília
LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA
Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A CLDF (Câmara Legislativa do Distrito Federal) aprovou nesta terça-feira (30) a criação das regiões administrativas de 26 de Setembro e Ponte Alta. As propostas são de autoria do Poder Executivo e agora seguem para sanção.
Durante a votação, parlamentares destacaram a importância de garantir mais autonomia às administrações regionais e reforçaram a necessidade de investimentos em infraestrutura para atender à população das novas cidades.
“É pertinente a ponderação de que não adianta criar a cidade sem a estrutura. Mas quero deixar registrado que, na 26 de Setembro, já começou a preparação para o asfaltamento da via principal e já está sendo trocada toda a iluminação da cidade; e depois serão instalados postes com luminárias de LED”, ressaltou o deputado Pastor Daniel de Castro (PP).
Leia Mais
Na avaliação do deputado Eduardo Pedrosa (União), a criação das novas RAs fortalece a presença do poder público nas comunidades.
“Criar as regiões administrativas traz um olhar do Estado muito mais atento, cria-se uma identidade para aquela comunidade. Mas é lógico que essa criação precisa vir junto com investimentos”, disse o parlamentar.
Presidente da Comissão de Economia, Orçamento e Finanças, Pedrosa afirmou que a implantação das novas administrações não deverá gerar impacto financeiro.
Segundo ele, serão utilizados cargos já existentes no banco da Secretaria de Economia, além da transferência de patrimônio e do apoio operacional das administrações de Vicente Pires e do Gama.
Conselhos Tutelares
Os dois projetos foram aprovados com uma emenda apresentada pela deputada Jaqueline Silva (MDB) que reforça a obrigatoriedade da implantação de Conselhos Tutelares nas novas regiões administrativas, conforme determina a Lei Orgânica do Distrito Federal.
“Não vamos medir esforços para que, além da criação da cidade, nós tenhamos a garantia de cuidado com as nossas crianças e os nossos jovens. Isso não existe sem o Conselho Tutelar”, defendeu a deputada, relatora das propostas na Comissão de Assuntos Fundiários.
*Estagiária do R7, sob supervisão de Augusto Fernandes, editor-chefe.
Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da RECORD, no WhatsApp













