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Caso Master: PF rejeita proposta de delação apresentada por Daniel Vorcaro

Informações apresentadas por Vorcaro não foram consideradas inéditas ou eficazes para as investigações

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Polícia Federal rejeitou a proposta de colaboração premiada do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
  • A investigação envolve esquemas de corrupção e fraudes financeiras relacionados a fundos de pensão.
  • A PF considerou que as informações apresentadas por Vorcaro não eram inéditas ou eficazes para as investigações.
  • A proposta de delaçāo pode ser analisada pela Procuradoria-Geral da República, que tem a palavra final sobre o caso.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Daniel Vorcaro, dono do Banco Master
PGR deve continuar negociando delação com Daniel Vorcaro Reprodução/TV LIDE

O caso envolvendo a proposta de delação premiada do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, ganhou novos desdobramentos com a recente rejeição do acordo por parte da PF (Polícia Federal). A decisão já foi comunicada oficialmente à defesa de Vorcaro e ao ministro André Mendonça, relator do caso no STF (Supremo Tribunal Federal).

A PF investiga supostos esquemas de corrupção, fraudes financeiras e desvios de recursos que envolvem fundos de pensão e regimes próprios de previdência social. Daniel Vorcaro passou a ser um dos alvos centrais das apurações, o que motivou sua defesa a buscar um acordo de colaboração premiada.


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A Polícia Federal optou por rejeitar a proposta de delação apresentada por Vorcaro porque avaliou que as informações trazidas pelo colaborador não são inéditas ou eficazes para o avanço das investigações.

Além disso, segundo apurou o R7, falta robustez nas provas apresentadas para confirmar os relatos.


Apesar do revés com a Polícia Federal, o processo de delação premiada não está totalmente sepultado.

Segundo as leis penais brasileiras, a PF e o Ministério Público Federal, por meio da Procuradoria-Geral da República, possuem autonomia paralela para fechar acordos de colaboração.


Isso significa que a PGR tem a palavra final sobre a ação penal. Portanto, os procuradores ainda podem analisar a mesma proposta de Vorcaro (ou uma versão revisada) e decidir de forma diferente da PF.

Caso a PGR decida aceitar a delação, o acordo é assinado entre o Ministério Público e o colaborador, sendo enviado posteriormente para a homologação do ministro do STF. Se a PGR também rejeitar, a possibilidade de delação com base nesses termos é definitivamente encerrada, e o banqueiro continuará respondendo ao processo penal de forma convencional.

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