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Irmã de advogada que morreu durante TAF diz que socorro demorou 20 minutos

Gabriela Rosa, de 27 anos, teve um mal súbito e chegou a ser atendida por uma equipe médica, mas não resistiu

Cidade Alerta DF|Do R7

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A irmã da advogada que morreu durante TAF (Teste de Aptidão Físico) da Polícia Militar afirma que o atendimento no hospital não foi rápido. Gabriela Rosa, de 27 anos, teve um mal súbito e chegou a ser atendida por uma equipe médica, mas não resistiu. O teste é exigido em concursos de força de segurança.

Isabela Rosa diz que ela estava preparada para o teste e está surpresa com o caso. A Polícia Civil diz que aguarda o laudo do IML com as causas da morte. A PMDF diz que a responsabilidade sobre aplicação das provas é da banca organizadora, Instituto AOCP, e que não houve participação da corporação nos dois dias do teste.

O instituto diz que é regra do edital a apresentação de atestado médico comprovando aptidão para participação de esforço previstos. Ela teria atestado assinado por médico cardiologista e estava apta para participar do teste. O instituto afirma que todos os candidatos tiveram acesso a bebedouros e não tinham restrição a alimentação e que o local do exame contava com todos os equipamentos em ordem.

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