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CNJ cria grupo para revisar remuneração de magistrados e propor mudanças no Judiciário

Os trabalhos devem resultar em relatório sobre os impactos institucionais e orçamentários dos salários de juízes brasileiros

Brasília|Bruna Pauxis, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O CNJ criou um Grupo de Trabalho para revisar a remuneração dos juízes brasileiros.
  • O objetivo é analisar propostas legislativas e os impactos no sistema de remuneração do serviço público.
  • O grupo terá 180 dias para concluir suas atividades, sem remuneração adicional para os participantes.
  • Participam representantes de diversos setores, incluindo Ministério Público, Defensoria Pública e Tribunal de Contas da União.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A portaria que institui o GT é assinada pelo presidente do CNJ, ministro Edson Fachin Marcelo Camargo/Agência Brasil - Arquivo

O CNJ (Conselho Nacional de Justiça) instituiu um GT (Grupo de Trabalho) para propor mudanças na estrutura remuneratória dos juízes brasileiros. A medida, assinada pelo presidente do órgão, Ministro Edson Fachin, visa analisar propostas legislativas sobre os salários dos magistrados e seus impactos no sistema de remuneração do serviço público nacional.

O GT terá uma duração de 180 dias e seus integrantes atuarão de forma honorífica, ou seja, sem receber remuneração adicional. As reuniões ocorrerão de maneira presencial ou virtual.O grupo contará com representantes de diversos setores do Estado, incluindo o Ministério Público, a Defensoria Pública, a Advocacia Pública, integrantes dos poderes Executivo e Legislativo, o Tribunal de Contas da União e associações de classe de magistrados.

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Objetivos do GT

  • Entre os principais objetivos do GT, estão detalhados na portaria:
  • Sugerir soluções para impasses apontados em decisões do STF;
  • Debater a revisão anual do subsídio da magistratura;
  • Elaborar um Anteprojeto de Lei Nacional (ou nota técnica sobre projetos em tramitação) regulamentando as parcelas de caráter indenizatório;
  • Apresentar um relatório final detalhando os impactos institucionais e orçamentários das propostas.

Cronograma de trabalho

  • Até 30 dias: Organização e sistematização de materiais técnicos já publicados sobre o tema.
  • Até 60 dias: Elaboração de um diagnóstico normativo/jurisprudencial e o mapeamento das parcelas remuneratórias pagas atualmente no Judiciário.
  • Agosto e Setembro: Realização de audiências temáticas e debates públicos.
  • Até 120 dias: Apresentação de um relatório preliminar consolidado já com as minutas dos projetos de lei e exposições de motivos.
  • Término do prazo: Entrega do Relatório de Conclusão de Atividades.
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