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Erika Hilton aciona PF após comentários de necrofilia sobre jovem morta em rope jumping

Perfis nas mídias sociais teriam incitado violência sexual contra jovem de 21 anos arremessada de ponte sem equipamentos de segurança

Brasília|Bruna Pauxis, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Erika Hilton acionou a Polícia Federal para investigar perfis que publicaram mensagens violentas sobre a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas.
  • Mensagens nas redes sociais incitaram estupro e necrofilia em relação ao caso.
  • A deputada destacou a gravidade dos comentários misóginos e a necessidade de investigação pela PF.
  • Maria Eduarda morreu durante um salto de rope jumping em Limeira (SP), e a Polícia Civil investiga o caso como homicídio com dolo eventual.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Erika Hilton justificou ser responsabilidade da PF investigar comentários contra Maria Eduarda Montagem: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados – Arquivo; Reprodução/Instagram – Arquivo

A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) afirmou que acionou a PF (Polícia Federal), para pedir a investigação dos perfis que publicaram mensagens violentas após a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas. A jovem de 21 anos foi arremessada da Ponte do Esqueleto sem cordas de segurança, durante uma atividade de rope jumping em Limeira (SP).

Moradora de Jandira (SP) e formada em educação física, Maria Eduarda caiu de uma altura aproximada de 40 metros — equivalente à de um prédio com 12 andares — e não resistiu aos ferimentos. Ela sofreu politraumatismos após a queda e teve a morte confirmada no local.


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Com a repercussão do caso, perfis nas mídias sociais fizeram postagens com teor misógino — de ódio ou aversão a mulheres — e que sugeriam a prática de violência sexual contra a jovem após a morte dela. Ao comentar que pediu a investigação desses conteúdos pela PF, Erika Hilton divulgou imagens das mensagens publicadas.

“É tenebroso que comentários como ‘hoje tem festa no IML [Instituto Médico Legal]’ sejam feitos abertamente e que as [empresas responsáveis pelas] redes sociais não façam algo. Isso é misoginia, é incitação [à violência] e é crime! Um crime cometido pela internet e cuja responsabilidade de investigação recai sobre a PF”, completou a deputada federal.


A PCSP (Polícia Civil de São Paulo) prendeu três funcionários da empresa que promovia os saltos, por crime de de homicídio com dolo eventual — quando o autor da ação assume o risco de ser responsabilizado pela consequência daquele ato, caso resulte em um crime.

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