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EUA autorizam participação da AGU em ação de Rumble e Trump Media contra Moraes

Juíza da Flórida também dá prazo até 7 de julho para que plataformas respondam ao pedido de arquivamento do caso feito pelo Brasil

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Justiça dos EUA aceitou a intervenção do Brasil em ação contra Alexandre de Moraes, do STF.
  • Trump Media e Rumble têm até 7 de julho para responder aos argumentos brasileiros pedindo arquivamento.
  • A decisão suspendeu a revelia que as plataformas tentavam aplicar contra Moraes por falta de resposta.
  • O governo brasileiro afirma que as decisões judiciais de Moraes são soberanas e não podem ser anuladas por tribunais estrangeiros.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Ministro Alexandre de Moraes
Na mesma decisão, a juíza suspendeu a tentativa das plataformas de decretar revelia contra Moraes Antonio Augusto/STF - 18.6.2026

A Justiça Federal dos Estados Unidos aceitou o pedido de intervenção do Brasil na ação apresentada pelas empresas Trump Media e do Rumble contra o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal).

Agora, as plataformas Trump Media e Rumble têm um prazo fixado pela Justiça norte-americana para se defender: até o dia 7 de julho, as empresas deverão responder aos argumentos do Brasil que pedem o arquivamento do processo.


A decisão foi proferida na manhã desta terça-feira (23) pela juíza Mary Scriven, da Corte Distrital do Distrito da Flórida.

Com a medida, a magistrada dos EUA também suspendeu a decretação de revelia que as plataformas tentavam aplicar contra o ministro, sob a alegação de falta de resposta ao processo.


Leia Mais

O processo foi aberto pelas empresas norte-americanas em abril de 2025. O objetivo da Trump Media e da Rumble é fazer com que as decisões judiciais emitidas por Alexandre de Moraes no Brasil, como ordens de bloqueio de contas e conteúdos, sejam declaradas inválidas e inaplicáveis em território americano.

Defesa da soberania

A AGU (Advocacia-Geral da União), por meio da Procuradoria Nacional da União de Assuntos Internacionais, entrou no circuito jurídico para responder pelo magistrado.


O governo brasileiro argumentou que os atos questionados pelas empresas são decisões judiciais soberanas do Estado brasileiro e que, por isso, nenhum tribunal estrangeiro tem poder para revisá-los ou anulá-los.

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