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Fim da escala 6x1 é compatível com o empreendedorismo, diz ministro Paulo Henrique Pereira

Em entrevista exclusiva ao programa ‘Link News’, ministro também foi questionado sobre o limite de faturamento do MEI; confira

Brasília|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Ministro do Empreendedorismo, Paulo Pereira, fala sobre o impacto do fim da escala 6x1 no setor.
  • Ele defende que a mudança é benéfica e compatível com o fortalecimento do empreendedorismo.
  • Pereira comenta sobre o teto de faturamento do MEI, que não será alterado no momento.
  • Ministério estuda alternativas para apoiar negócios que possam ser negativamente impactados pela nova proposta.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O Link News desta sexta-feira (8) entrevistou o ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Paulo Henrique Pereira, que assumiu o cargo após duas trocas seguidas: “Estou lá para fazer a continuidade do trabalho do ministro Márcio França e do ministro Tadeu, em uma sintonia perfeita com meus antecessores”.

Ele foi questionado sobre o aumento do teto de faturamento do MEI (Microempreendedor Individual), um projeto que garante a formalização da renda e seguranças sociais garantidas pela CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) a empreendedores que arrecadam até R$ 81 mil por ano. Pereira afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se sensibiliza com o tema, mas prefere não mudar o teto no momento.

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“O presidente Lula tem uma responsabilidade grande com as contas do país. Então, nós não podemos fazer nenhum movimento que gere algum desequilíbrio na saúde fiscal, até porque isso volta para o empreendedor. [...] Estudamos outras formas de melhorar um pouco a vida desses 16 milhões de empreendedores e empreendedoras brasileiros sem gerar um impacto fiscal”, afirmou o ministro.

Pereira também abordou o fim da escala 6x1 durante a conversa e afirmou que aprova a proposta e a entende como uma evolução natural da sociedade, assim como as férias e a licença-maternidade. “O espírito da proposta é bom e plenamente compatível com o empreendedorismo [...] que pode se fortalecer, porque vários negócios vão ser impactados positivamente, como lazer, turismo, educação e assim por diante”, argumentou.

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Ele assegura, ainda assim, que o ministério analisa alternativas para auxiliar negócios que seriam impactados negativamente com a medida: “Nós estamos estudando formas de adaptação, seja criando alguma forma de benefício ou solução para aquele empreendedor, seja pensando em uma transição, regime diferenciado ou escalonamento”.

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