Flávio Bolsonaro e líder da oposição assinam pedido de criação de CPMI do Banco Master
Além do pré-candidato à Presidência e do Rogério Marinho, o senador Fabiano Contarato também assinou
Brasília|Do R7
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O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), e os senadores Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Fabiano Contarato (PT-ES) assinaram o requerimento de criação da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) para investigar as fraudes ligadas ao Banco Master. A informação foi divulgada nas redes sociais pelo senador Carlos Viana (PSD-MG).
No último dia 13, Viana disse ter protocolado o pedido no Congresso Nacional. “Está oficialmente aberto para assinaturas o pedido de criação da CPMI do Banco Master no Congresso Nacional. Quem não deve, não teme CPMI“, escreveu na ocasião.
Segundo o senador, os líderes do governo no Senado e na Câmara ainda não assinaram o pedido, assim como os demais parlamentares governistas.
“O governo terá que decidir: apoia uma investigação ampla e sem blindagem… ou continuará apenas no discurso político?”, completou.
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Os pedidos para a criação da comissão são feitos desde o escândalo do Master. Entretanto, apesar de ter atingido o número de assinaturas, a pauta não tem avançado no Congresso. A resistência surge, principalmente, devido ao possível envolvimento de parlamentares no esquema.
No início do mês, parlamentares de oposição ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva negam ter feito acordo com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), para abrir mão de uma CPI para investigar o Banco Master em troca da derrubada do veto presidencial ao projeto da dosimetria, que reduz penas a condenados do 8 de Janeiro.
Por meio de nota, o líder oposicionista da Câmara, deputado Cabo Gilberto (PL-PB), afirmou que não houve acordo ou negociação e que não haverá recuo no pedido de abertura da CPI. O parlamentar diz ser a favor da instalação de uma comissão de inquérito.
“A CPI do Banco Master não é uma pauta política, é uma necessidade do país. O povo brasileiro tem o direito de saber o que aconteceu”, afirmou o parlamentar.
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