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Gilmar planeja apresentar ação contra relator da CPI do Crime por abuso de autoridade

Senador Alessandro Vieira pediu indiciamento de Gilmar e outros dois ministros do STF, mas relatório foi rejeitado

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Gilmar Mendes do STF planeja denunciar o senador Alessandro Vieira por abuso de autoridade.
  • O relator da CPI do Crime havia pedido o indiciamento de três ministros do STF, incluindo Gilmar, mas o relatório foi rejeitado.
  • Ministros criticaram o relatório alegando que ele carece de base legal e é politicamente tendencioso.
  • O presidente do STF, Edson Fachin, também repudiou o relatório, ressaltando a importância da observância dos direitos fundamentais e da independência do Poder Legislativo.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

DF - LEITURA/RELATÓRIO CPI DO CRIME ORGANIZADO - POLÍTICA - Foto, Senador Alessandro Vieira.  Nesta terça (14) o senador Alessandro Vieira faz a leitura do Relatório CPI do Crime Organizado e pede o indiciamento de três ministros do STF Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes e do PGR Paulo Gonet. 14/04/2026 - Foto: TON MOLINA/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO
Alessandro Vieira pediu indiciamento de três ministros do STF Ton Molina/Fotoarena/Estadão Conteúdo - 14.4.2026

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes planeja apresentar à PGR (Procuradoria-Geral da República) uma representação criminal contra o relator da CPI do Crime Organizado, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), por abuso de autoridade. A informação foi confirmada pelo R7.

O movimento ocorre após Vieira pedir no relatório dele o indiciamento por crimes de responsabilidade de três ministros do STF — Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e o próprio Gilmar Mendes —, além do procurador-geral da República, Paulo Gonet.


Na noite desta quarta-feira (14), o relatório foi rejeitado pela comissão. O texto chegou a ser defendido por oposicionistas, mas foi duramente criticado no Supremo e por parlamentares da base do governo Lula.

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Gilmar Mendes considerou que o relatório representava um “erro histórico”, sem base legal, e considerou que a CPI ultrapassou competências que cabiam à comissão.


Em reservado, ministros ouvidos pelo blog Quarta Instância disseram que houve “perda de foco” e chamam o relatório de “político”, com “viés eleitoral” e inconsistências, e “reforçam necessidade de discutir balizas para CPI”.

O presidente do STF, ministro Edson Fachin, repudiou o relatório da CPI. Para o ministro, desvios de finalidade enfraquecem os pilares democráticos e ameaçam os direitos fundamentais de qualquer cidadão.


“Ninguém está acima da lei, e os direitos fundamentais prescritos na Constituição devem ser integralmente observados. A independência do Poder Legislativo deve ser preservada na apuração de fatos, sempre com responsabilidade e pertinência”, disse Fachin.

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