Congresso deve chegar à eleição sem definir regras sobre IA e big techs
Projetos para regulamentar inteligência artificial e alinhar cenário com grandes empresas seguem emperrados a menos de um mês do início de campanhas
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O Congresso chegará à eleição sem bater martelo sobre a regulamentação da IA (Inteligência Artificial) ou criar regras específicas para as big techs.
A pauta chegou a ser discutida em reuniões de representantes de partidos na Câmara ao longo do 1º semestre, mas não avançou, apesar do interesse de governistas e do presidente Hugo Motta (Republicanos-PB).
A avaliação de líderes partidários, em relatos à coluna, é de que o tempo de análise das propostas passou, e que a previsão eleitoral deve impedir um acordo para avanço da pauta durante o esforço concentrado de agosto. Dessa forma, as únicas regras ligadas à plataformas e uso de IA serão as orientadas pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
Sob reserva, um dirigente partidário considera que os textos podem até ser aprovados depois de outubro, a depender do impacto eleitoral que candidatos possam sofrer com o uso da IA nas eleições. A fase de campanha eleitoral começa em 16 de agosto.
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