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Líderes da Câmara pedem retirada de transição de 10 anos na PEC 6x1

Proposta que está sob análise em uma comissão especial é de relatoria do deputado Leo Prates

Brasília|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Sete líderes da Câmara dos Deputados pedem a retirada de uma emenda que propõe transição de 10 anos na redução da jornada de trabalho.
  • A emenda é de autoria do deputado Sérgio Turra (PP-RS) e altera a proposta da PEC 6x1, que está em análise.
  • A nota de solicitação foi assinada por líderes de diversos partidos, incluindo PSDB, PSD, e MDB.
  • A tramitação da proposta foi adiada para o dia 25 devido à falta de acordo, especialmente sobre o tempo de transição que está sendo debatido.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Deputados solicitaram a Hugo Motta a retirada de tramitação da emenda Marina Ramos/Câmara dos Deputados - Arquivo

Sete líderes partidários da Câmara dos Deputados assinaram uma nota conjunta em que solicitam ao presidente Hugo Motta (Republicanos-PB) a retirada da tramitação de uma emenda que prevê um regime de transição de 10 anos para que entre em vigor a redução da jornada de trabalho, proposta que está sob análise em uma comissão especial, de relatoria do deputado Leo Prates (Republicanos-BA).

A emenda é de autoria do deputado Sérgio Turra (PP-RS). A nota é assinada pelos líderes Adolfo Viana (PSDB-Cidadania), Antonio Brito (PSD-BA), Augusto Coutinho (Republicanos-PE), Dr. Luizinho (PP-RJ), Isnaldo Bulhões Jr. (MDB-AL), Pedro Lucas Fernandes (União Brasil-MA) e Rodrigo Gambale (Podemos-SP).


“Diante de dúvidas sobre os reais efeitos da emenda nº 1 à PEC do fim da escala 6x1, que flexibiliza a jornada de trabalho de acordo com a diversidade setorial e regional do País, os líderes abaixo assinados apresentaram requerimento para solicitar ao presidente Hugo Motta a retirada de tramitação da emenda, a fim de evitar distorções que comprometam a clareza do debate e a compreensão da proposta”, diz a nota.

A comissão especial faria a leitura do parecer de Prates sobre a PEC nesta quarta-feira (20), mas o ato foi adiado para a próxima segunda-feira (25) por falta de acordo. Um dos pontos sem entendimento diz respeito justamente sobre o tempo de transição. A Câmara ainda discute com o governo um regime de transição entre dois e cinco anos.

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