Brasília Ministério libera R$ 20 milhões para Instituto de Cardiologia do DF

Ministério libera R$ 20 milhões para Instituto de Cardiologia do DF

Recursos devem fortalecer atendimento e assistência especializada em cardiologia e transplantes de órgãos e tecidos pelo SUS

  • Brasília | Augusto Fernandes, do R7, em Brasília

A ministra da Secretaria de Governo, Flávia Arruda, e o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga

A ministra da Secretaria de Governo, Flávia Arruda, e o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga

Secretaria de Governo

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, assinou uma portaria, nesta quinta-feira (23), para liberar um repasse de R$ 20 milhões para o ICTDF (Instituto de Cardiologia e Transplantes do Distrito Federal).

De acordo com o governo federal, esse valor será utilizado para fortalecer o atendimento e a assistência especializada em cardiologia e transplantes de órgãos pelo SUS (Sistema Único de Saúde).

"Conheço bem a realidade da cardiologia. Esse aporte que destina recursos é um paliativo. Queremos criar um novo modelo de financiamento", destacou Queiroga durante a cerimônia de assinatura da portaria.

O instituto é habilitado e credenciado no Ministério da Saúde para a realização de transplantes e cirurgias cardíacas em adultos e crianças. Com mais de mil colaboradores e equipe especializada com 120 médicos, a unidade é responsável por mais de 60% dos atendimentos a pacientes com doença cardiovascular na capital federal.

Nos últimos cinco anos, o ICTDF respondeu por 85% das cirurgias cardíacas na capital. De 2009 a 2021, a instituição fez mais de 7 mil cirurgias em adultos e 2,1 mil procedimentos pediátricos.

Segundo o Ministério da Saúde, além do atendimento com foco na atenção especializada em cardiologia, o ICTDF é o único centro multitransplantador na região Centro-Oeste. Na unidade, são realizados transplantes de coração, fígado, rim, córnea e medula óssea.

A ministra da Secretaria de Governo, Flávia Arruda, também participou da assinatura da portaria e elogiou o trabalho realizado pelo instituto. "Acompanho o trabalho de perto não só como parceira, mas como usuária do instituto. Há exatos 12 anos, meu pai infartou e foi trazido para cá. Há 12 anos a vida dele foi salva aqui. Nunca vi uma equipe tão responsável, tão amorosa", destacou.

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