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Defesa de Bolsonaro tenta convencer Moraes antes de decisão sobre prisão domiciliar

Apreensão de arma de Bolsonaro abre investigação sobre possível ‘falta grave’, que pode prejudicar prorrogação da prisão domiciliar

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A defesa de Jair Bolsonaro se reuniu com o ministro Alexandre de Moraes do STF para discutir a prisão domiciliar do ex-presidente.
  • O prazo de 90 dias da prisão domiciliar, concedida para tratamento de saúde, venceu recentemente.
  • Há uma nova investigação sobre uma possível "falta grave" devido à apreensão de uma arma com Bolsonaro.
  • A PGR sugeriu que o STF aguarde a conclusão das investigações sobre a arma antes de tomar uma decisão final.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O veredito agora está nas mãos de Moraes, que deve se embasar nos relatórios médicos Rosinei Coutinho/STF - Arquivo

A defesa de Jair Bolsonaro tem uma reunião decisiva nesta terça-feira (30) com o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes. O encontro, que acontecerá às 13h30, no gabinete do ministro, antecede a decisão do magistrado sobre o futuro da prisão domiciliar humanitária concedida ao ex-presidente.

Enquanto os advogados tentam prorrogar a permanência de Bolsonaro em casa usando justificativas médicas, o cenário jurídico se enrolou com uma nova polêmica: a abertura de uma apuração para saber se ele cometeu uma “falta grave” após ter uma arma apreendida.


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Após o encerramento do prazo de 90 dias de prisão domiciliar, o caso ganhou um respiro temporário com o posicionamento da PGR (Procuradoria-Geral da República). O procurador-geral Paulo Gonet sugeriu que o STF espere a conclusão das investigações sobre o armamento antes de decidir se houve ou não descumprimento das regras do regime.

Para Gonet, o episódio da arma, isoladamente e neste momento inicial, não comprova uma falta disciplinar grave. O procurador argumentou que, para punir o ex-presidente, a Justiça precisa avaliar o impacto real do ato no cumprimento da pena, e não apenas a foto do momento.


Agora, o veredito está nas mãos de Moraes, que deve se embasar nos relatórios médicos da defesa e no desfecho do novo inquérito.

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